Do Portal Vermelho
De Brasília, com informações da assessoria do Deputado Chico Lopes
De Brasília, com informações da assessoria do Deputado Chico Lopes
A revisão tarifária de até 44% nas contas de energia
dos consumidores cearenses, proposto pela Agência Nacional de Energia Elétrica
(Aneel), será questionado pela Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara dos
Deputados em Brasília. O anúncio foi feito pelo deputado Chico Lopes
(PCdoB-CE), que aponta que um reajuste tão alto prejudica a economia do Estado,
provocam perda de competitividade das empresas cearenses e implicam risco de
fechamento de postos de trabalho.
“Apesar do contexto desfavorável à produção de
energia elétrica, o que é um fato, com a seca se tornando um desafio para
várias regiões, não se justifica impor à economia cearense reajustes tão altos,
que sem dúvida teriam um impacto na produção e no emprego”, alerta o deputado
Chico Lopes, que nos últimos oito anos integrou a Comissão de Defesa do
Consumidor.
“Por mais que o setor produtivo não repasse integralmente um reajuste tão elevado, de 44%, no insumo energia, não haverá como evitar aumento de preços, diminuição de investimento, perda de competitividade para nossas empresas e possível fechamento de postos de trabalho. Isso a sociedade cearense não aceita”, avalia o parlamentar,
Chico Lopes disse que apresentará requerimento de audiência pública na Comissão de Defesa do Consumidor, para que representantes da Coelce e da Aneel prestem esclarecimentos sobre os percentuais divulgados para o Ceará. O requerimento será apresentado assim que a Comissão reiniciar suas atividades após o Carnaval.
"As complicações deste momento com a seca e a geração de energia são conhecidas, mas, infelizmente, a Aneel mais uma vez demonstra sua tendência em defender o direito das distribuidoras de energia, não o consumidor”, avalia Chico Lopes, ressaltando que a inflação acumulada ao longo de 2014 foi de 6,41%. “Assim, a revisão tarifária que a Aneel defende é de mais de três vezes o percentual da inflação, para consumidores residenciais, e para consumidores industriais chega a mais de sete vezes a inflação”, enfatiza.
“Por isso vamos promover audiência pública, chamando a Aneel e a Coelce a dar explicações sobre essa proposta de revisão”, complementa o deputado Chico Lopes. “Não se pode aceitar uma elevação tão grande no preço da energia, em um momento em que o Ceará e o Brasil procuram voltar esforços para uma maior geração de emprego e renda, para mais empregos e mais desenvolvimento”.
“Por mais que o setor produtivo não repasse integralmente um reajuste tão elevado, de 44%, no insumo energia, não haverá como evitar aumento de preços, diminuição de investimento, perda de competitividade para nossas empresas e possível fechamento de postos de trabalho. Isso a sociedade cearense não aceita”, avalia o parlamentar,
Chico Lopes disse que apresentará requerimento de audiência pública na Comissão de Defesa do Consumidor, para que representantes da Coelce e da Aneel prestem esclarecimentos sobre os percentuais divulgados para o Ceará. O requerimento será apresentado assim que a Comissão reiniciar suas atividades após o Carnaval.
"As complicações deste momento com a seca e a geração de energia são conhecidas, mas, infelizmente, a Aneel mais uma vez demonstra sua tendência em defender o direito das distribuidoras de energia, não o consumidor”, avalia Chico Lopes, ressaltando que a inflação acumulada ao longo de 2014 foi de 6,41%. “Assim, a revisão tarifária que a Aneel defende é de mais de três vezes o percentual da inflação, para consumidores residenciais, e para consumidores industriais chega a mais de sete vezes a inflação”, enfatiza.
“Por isso vamos promover audiência pública, chamando a Aneel e a Coelce a dar explicações sobre essa proposta de revisão”, complementa o deputado Chico Lopes. “Não se pode aceitar uma elevação tão grande no preço da energia, em um momento em que o Ceará e o Brasil procuram voltar esforços para uma maior geração de emprego e renda, para mais empregos e mais desenvolvimento”.
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Por favor. Não aceitaremos palavras indecorosas nem comentários que atinjam a honra dos demais comentaristas.