terça-feira, 24 de novembro de 2015

Os pingos nos iis



Eu tenho um grande respeito pelo amigo e colega de profissão, Joel Jacintho. Trabalhamos juntos no Jornal Pequeno e, graças, convivemos bem. Gosto da forma “cachorra” como ele enfrenta a vida e os problemas inerentes dela. Não demonstra muita preocupação com o dia-a-dia e, se isso acontece, não leva os problemas aos amigos.

Pois, Joel é torcedor fervoroso do Sampaio Corrêa, um dos dois grandes do futebol maranhense (o outro, o Moto, é tão grande e importante quanto o Sampaio. Pena que enfrente demorada oscilação na gangorra do futebol)  e, quase sempre faz postagens e me convida a opinião. Questão que demonstra respeito.

Lembro que, quando o Sampaio perdeu o título do estadual para o Imperatriz, Joel postou alguma coisa sobre o Campeonato Brasileiro da Série B, a alguns dias para começar. Dei minha opinião, apenas com uma olhada na tabela e na lista de participantes.

Por alguns anos fui Árbitro do Quadro Principal (e da elite) no futebol cearense. Depois, ao mudar para o Rio de Janeiro, onde morei por quase 25 anos, fui também Árbitro da Federação Carioca – apitei apenas três jogos no antigo Maracanã, e todos válidos pelo Campeonato da hoje categoria Sub-20. Não apitei nenhum jogo do campeonato de profissionais. Uma hérnia umbilical me “reprovou” no exame médico.

Todos esses detalhes finais para dizer que conheço um pouco dos meandros e dos bastidores do futebol brasileiro (é no Rio de Janeiro, onde o destino do futebol brasileiro é decidido).

Assim, “afirmei” para Joel que, ao final do Campeonato Brasileiro da Série B, o Botafogo estaria de volta; o Vitória/BA; e o Bahia/BA. “Afirmei” também, que os restantes 17 clubes brigariam por apenas 1 vaga. Errei no Bahia, que perdeu a vaga para o Santa Cruz. Entre os 17, quem ganhou a vaga foi o América/MG.

Agora, cortando rasteiro e sem papas na língua, quem é formador de opinião no futebol maranhense precisa parar com essa idiotice de que o “futebol maranhense” é importante para a CBF, apenas pelo fato de ter aqui um Vice-Presidente. Pois, afirmo também que, aqui, Fernando Sarney “caga e anda” para o futebol. Fernando, é Vice-Presidente da região Norte e é por conta disso que o Maranhão pertencia à essa região. Agora, para as disputas da Copa Nordeste, o futebol maranhense passou a pertencer (não sei se de forma definitiva) à região Nordeste. E, na região Nordeste, o Vice-Presidente é o presidente da Federação Cearense de Futebol. Quer dizer: não esperem influência de Fernando nessas coisas do futebol – além do mais, ele é torcedor do MAC.

E, para 2016, um vaticínio: se caírem Coritiba, Vasco, Goiás e Joinvile, podem começar a brigar por apenas 2 vagas, pois, Vasco e Goiás têm retorno assegurado. É assim o futebol brasileiro.

E, amigos, o futebol é assim mesmo. Nos apresenta idiossincrasias todos os dias.

O Sampaio Corrêa, para o estágio amador que vive o futebol maranhense, realizou uma grande e interessante campanha. Perdeu a vaga quando “empatou” em casa jogos que não podia empatar. Ganhou jogos importantes fora, e esses jogos fora de casa poderiam ter garantido o acesso.

O Sampaio evoluiu de alguma forma. Exemplo: a torcida colaborou e o time não perdeu mandos de campo. É uma evolução, reconheçamos. O Sampaio não formou elenco capaz de subir, tecnicamente falando. Perdeu jogadores importantes, quando, “OBRIGATORIAMENTE”, se realmente pretendesse subir, não deveria ter perdido esses jogadores – Robert, Eloir, William Corrêa e Rodrigo Ramos, Jonas e deveria ter feito tudo para recuperar o zagueiro Paulo Sérgio.

Finalmente, Joel, ainda não chegou a hora de falar no Ceará Sporting, que, anos luz a frente do Sampaio Corrêa no aspecto técnico, administrativo e estrutural, fez uma campanha medíocre e ainda não está livre do rebaixamento para a Série C. Detalhe: o Ceará decide nos seus domínios, se vai cair ou não. Está mais para não cair, mas é melhor não arriscar nada ainda.

Recado: tentem formar o time para disputar a Série B de 2016 observando jogadores que disputarão a Copa Nordeste – e não apenas observando os times adversários.

É isso Joel.

Corinthians domina Seleção da Rodada do Brasileirão e Nenê carrega o Vasco


Também no domingo, o Internacional venceu o Grenal em Porto Alegre, dentro do Beira-Rio, e voltou a briga pelo G4 da competição.

São Paulo, SP, 22 (AFI) – Nada chamou mais a atenção nesta 36ª rodada do Brasileirão do que a goleada por 6 a 1 do Corinthians em cima do São Paulo dentro da Arena Itaquera, em São Paulo (SP). Além do placar histórico, o jogo ainda valeu a entrega da taça e das faixas para o Timão, que conquistou seu hexacampeonato e é presença garantida na Seleção da Rodada do Futebol Interior.

Também no domingo, o Internacional venceu o Grenal em Porto Alegre, dentro do Beira-Rio, e voltou a briga pelo G4 da competição. Também na linha dos clássicos, Chapecoense e Figueirense ficaram no 0 a 0 em Santa Catarina e não empolgaram os torcedores. Lutando contra o rebaixamento, o Vasco venceu por 2 a 1 e decretou o rebaixamento antecipado do Joinville à Série B.

CONFIRA A SELEÇÃO DA 36ª RODADA DO BRASILEIRÃO:

Goleiro: Cássio (Corinthians) - Parece loucura, mas o goleiro Cássio foi um dos melhores jogadores do Corinthians em campo na goleada histórica por 6 a 1 em cima do rival São Paulo, dentro da Arena Itaquera. Além de fazer grandes defesas durante o jogo, ele ainda defendeu um pênalti convertido por Alan Kardec no segundo tempo. Também nesta rodada, o goleiro Nivaldo da Chapecoense e Weverton do Atlético-PR fecharam com glórias suas metas.

Lateral: Marcos Rocha (Atlético-MG)

O time inteiro do Atlético-MG deixou um pouco a desejar no empate por 2 a 2 com o Goiás. Marcos Rocha s ao menos demonstrou vontade de fazer alguma coisa diferente quando subia ao ataque. No meio de uma equipe abatida, o lateral conseguiu se destacar e marcou o segundo gol do Galo.

Zagueiro: Gum (Fluminense) - Comemorando seus jogo de número 300 com a camisa do Fluminense, Gum foi um dos destaque da partida contra a Avaí. Além de marcar o gol que abriu a porteira pro seu time com um belo cabeceio, Gum parou o ataque do Leão nas vezes em que eles conseguiram chegar. O zagueiro foi soberano na bola aérea.

Zagueiro: Walisson Maia (Coritiba) - Na reta final do campeonato, qualquer ponto é importante para fugir da zona de rebaixamento. Neste domingo, jogando no estádio Couto Pereira, no Paraná, o Coritiba conquistou uma importante vitória contra o Santos e afastou-se da degola. Se na frente Henrique Almeida decidiu, lá atrás Walisson Maia fechou a meta do Coxa Branca e garantiu os três pontos.

Lateral: Egídio (Palmeiras) - A fase do Palmeiras no Campeonato Brasileiro está longe de ser ideal, já que vem de nove jogos sem vitória, mas algumas peças ainda se safam no elenco de Marcelo Oliveira. O lateral Egídio, mesmo que ainda criticado pela torcida, acertou um bom cruzamento para Lucas Barrios empatar o jogo no último sábado. Agora, o jogador se prepara para a grande final da Copa do Brasil.

Volante: Cléber Santana (Chapecoense) - Chapecoense e Figueirense fizeram um jogo de baixa qualidade técnica, mas quando a Chape deve domínio do jogo, principalmente no primeiro tempo, o volante teve papel fundamental nas jogadas da equipe. Cléber foi o jogador que mais trocou passes durante a partida, ele controlou o jogo do meio de campo.



Meia: Marcos Vinícius (Cruzeiro) - Jovem promissor do elenco cruzeirense, o meia Marcos Vinícius fez o que quis com a defesa palmeirense no último sábado. Rápido e com habilidade, ele jogou nas falhas do time adversário e ainda marcou o gol que inaugurou o placar na Arena Palmeiras. Mais tarde, Lucas Barrios empatou e freou o ímpeto mineiro.

Meia: Nenê (Vasco) - É o principal responsável por tirar o Vasco da Gama no buraco e deixá-lo próximo de sair da zona de rebaixamento. Nenê é um dos jogadores mais regulares do Brasileirão e vem provando isso rodada pós rodada. O meia tem brilhado todo o jogo e na vitória diante do Joinville, por 2 a 1, não foi diferente. Soube segurar a bola quando necessário, colocou o time no ataque quando preciso e ainda abriu o marcador logo aos cinco minutos do primeiro tempo.

Atacante: Vitinho (Internacional) - Vitinho fez mais uma grande partida com a camisa do Internacional. Sem Valdivia, que só volta no próximo ano, o atacante assumiu a responsabilidade e foi o destaque na vitória contra o Grêmio, por 1 a 0. Criou as melhores oportunidades do Colorado na partida e ainda marcou o único gol.

Atacante: Diego Oliveira (Ponte Preta) - Entrou em campo somente aos 19 minutos do segundo tempo. Parecia ainda fora de ritmo, pelos jogos que ficou fora do time devido uma contusão. Mas acabou sendo decisivo para a Macaca no empate, por 1 a 1, com o Flamengo. Empatou o jogo aos 31 minutos e depois foi improvisado no gol no lugar de Marcelo Lomba, contundido. O time já tinha feito as três substituições. Aos 53 minutos ele espalmou uma falta cobrada no ângulo e com jeito por Ayrton. O pontepretano virou herói e confessou: "Profissionalmente nunca tinha atuado no gol, só mesmo nos rachões e em treinos".

Atacante: Romero (Corinthians) - A torcida corintiana sequer lembrava do pequeno paraguaio. Mas se teve alguém que chamou atenção na goleada histórica por 6 a 1 sobre o rival São Paulo, foi Romero. O atacante fez a festa para cima da zaga tricolor, marcou dois gols e ainda sofreu um pênalti depois de um belo drible em Reinaldo.



Técnico: Tite (Corinthians) - De longe, muito de longe, o melhor técnico do Brasil. Adenor Leonardo Bachi, mais conhecido como Tite, fez o que quis com o São Paulo na tarde deste domingo. Mas vamos ser sinceros, não foi só nesta 36ª rodada que o treinador colocou o adversário no bolso, desde que arrumou o elenco corintiano em campo, ele vem colecionando triunfos a frente do Timão, tanto que levantou a taça de campeão com duas rodadas de antecedência.




A fonética atropelando a escrita


Para reforçar e manter íntegro o título da coluna, Enxugandogelo, apresentamos hoje um tópico do que de mais inútil pode existir, da mesma forma que copiamos e colamos uma opinião (“o Jornal da Besta Fubanaé a coisa mais cretina que já apareceu na Web desde que inventaram a Internet – The New York Times – EUA”) americanizada dessa invencionice com Trade Mark assegurada em Palmares/PE.

O equivocado falar do brasileiro é a soma dos erros cometidos no passado. A “reunião” das muitas diferenças muito mais que uma simples “união” fonética tem motivado momentos hilários – para não sermos tão exigentes nas confusões proporcionadas para os países da lusofonia.

Segundo os últimos números oficiais, dez países têm o português como língua oficial, num total de 267.396.837 pessoas falando a mesma língua: Brasil – Português do Brasil, 202.656.788 pessoas; Moçambique – Português de Moçambique, 24.692.144 pessoas; Angola – Português de Angola, 24.300.000 pessoas; Portugal – Português europeu, 10.813.834 pessoas; Guiné-Bissau – Português da Guiné-Bissau, 1.693.398 pessoas; Timor-Leste – Português de Timor-Leste, 1.201.542 pessoas; Guiné Equatorial – Português de Guiné Equatorial, 722.254 pessoas; Macau – Português de Macau, 587.914 pessoas; Cabo Verde – Português cabo-verdiano, 538.535 pessoas; São Tomé e Príncipe – Português de São Tomé e Príncipe.

E, em cada um desses países, palavras que tem uma mesma pronúncia, são escritas de formas diferentes e significam algo diferente. Vejam:



O Xá

Mohammad Reza Pahlavi (em língua persa: محمدرضا پهلوی , ،شاه ایران) GColIH nasceu no Teerã, a 26 de outubro de 1919 e faleceu no Cairo, a 27 de julho de 1980. Foi do Irã de 16 de setembro de 1941 até 11 de fevereiro de 1979. Filho de Reza Pahlavi e da sua segunda esposa, Tadj ol-Molouk, Mohammad foi o segundo e último monarca da Dinastia Pahlavi.

Em 1941, durante a Segunda Guerra Mundial, o Reino Unido e a União Soviética invadiram o Irã, de modo a assegurar para si próprios os recursos petrolíferos iranianos. Os Aliados forçaram o a abdicar em favor de seu filho, Mohammad Reza Pahlavi, em quem enxergavam um governante que lhes seria mais favorável. Em 1953, após a nacionalização da Anglo-Iranian Oil Company, um conflito entre o xá e o primeiro-ministro Mohammed Mossadegh levou à deposição e prisão deste último.

O reinado do xá tornou-se progressivamente ditatorial, especialmente no final dos anos 1970. Com apoio americano e britânico, Reza Pahlavi continuou a modernizar o país, mas insistia em esmagar a oposição do clero xiita e dos defensores da democracia.

Islamistas, comunistas e liberais promoveram a Revolução Iraniana de 1979, que provocou a fuga do xá e a instalação do Aiatolá Ruhollah Khomeini como chefe máximo do país.

Mohammad Reza Pahlavi morreu no exílio, no Egito, a 27 de julho de 1980, com 60 anos de idade. Encontra-se sepultado em Al-Refai Mosque, Cairo no Egito. (Transcrito do Wikipédia)

O Chá


O chá é uma bebida preparada através da infusão de folhas, flores, raízes de planta do chá (Camellia sinensis), geralmente preparada com água quente. Cada variedade adquire um sabor definido de acordo com o processamento utilizado, que pode incluir oxidação, fermentação, e o contato com outras ervas, especiarias e frutos.

A palavra "chá" é usada popularmente em Portugal e no Brasil como sinónimo de infusão de frutos, folhas, raízes e ervas contendo ou não folhas de chá (ver tisana). Este artigo trata do chá em sentido estrito e, portanto, não se refere a infusões como, por exemplo, camomila ou cidreira.

Historicamente, a origem do chá como erva medicinal útil para se manter desperto não é clara. O uso do chá, enquanto bebida social data, pelo menos, da época da dinastia Tang. Os primeiros europeus a contactar com o chá foram os portugueses que chegaram ao Japão em 1543.

Em breve a Europa começou a importar as folhas, tornando-se a bebida rapidamente popular, especialmente entre as classes mais abastadas na França e Países Baixos. O uso do chá na Inglaterra é atribuído a Catarina de Bragança, princesa portuguesa que casou com Carlos II da Inglaterra) e pode ser situado cerca de 1660. Catarina patrocinava "Tea parties", onde o chá passou a ser apreciado pelas mulheres e, posteriormente, daí passou a ser também do gosto masculino.

O chá era bebido em cafés e seu consumo foi crescendo desde o final do século XVII, sendo que era bebido a qualquer hora do dia até o início do século XIX, quando a tradição chá da tarde ("five o'clock tea") foi instituída pela sétima Duquesa de Bedford em Londres.

Etimologia - O carácter chinês para chá é , mas tem duas formas completamente distintas de se pronunciar. Uma é 'te' que vem da palavra malaia para a bebida, usada pelo Dialeto Min que se encontra em Amoy. Outra é usada em cantonês e mandarim, que soa como cha e significa 'apanhar, colher'.

Esta duplicidade fez com que o nome do chá nas línguas não chinesas as dividisse em dois grupos:

Línguas que usam derivados da palavra Te: alemão, inglês, francês, dinamarquês, hebraico, húngaro, finlandês, indonésio, italiano, islandês, letão, tamil, sinhala, holandês, espanhol, arménio, galês, e latim científico;

Línguas que usam derivados da palavra Cha: hindi, japonês, português, persa, albanês, checo, russo, turco, tibetano, árabe, vietnamita, coreano, tailandês, grego, romeno, suaíli, croata.

Cultura do chá - Beber chá é tido como um evento social. O chá também pode ser bebido durante o dia e principalmente pela manhã, a fim de aumentar o estado de alerta, já que contem teofilina e cafeína.

Na Índia, a segunda maior produtora mundial, o chá é popular em todo o norte no café da manhã e à noite. Chamado popularmente de chaai, é servido quente com leite e açúcar. Quase todo o chá consumido é do tipo preto.

Na China, no mínimo a partir da Dinastia Song, o chá foi objeto de festas de degustação e de grande estudo, comparável ao que se faz hoje com o vinho. Assim como a enologia hoje em dia, o recipiente próprio para se beber é importante; o chá branco era bebido em uma tigela escura onde as folhas de chá e a água quente eram misturados com um batedor. O melhor destas tigelas, cobertas com um verniz especial à base de casca de tartaruga, pintadas com pincel de pelo de lebre são muito valiosas hoje em dia. Os rituais e a tradicional cerâmica escura foram adotadas no Japão, no início do século XII, e gerou a cerimônia do chá japonesa, que tomou sua forma final no século XVI.

Na Grã-Bretanha, o chá não é só o nome de uma bebida, mas também uma refeição leve no final da tarde, mesmo se as pessoas bebem cerveja, cidra ou suco.

No Sri Lanka o chá é servido no estilo inglês, com leite e açúcar, mas o leite sempre é aquecido.

Existem muitas cerimônias do chá, em várias culturas, sendo as mais famosas, a complexa e serena cerimônia do chá japonesa e a comercial, barulhenta e cheia de gente Yum Cha.

Uma cultura de chá específica se desenvolveu na República Checa nos últimos anos, incluindo a abertura de muitas casas de chá. Chás puros são geralmente preparados com respeito aos hábitos do país de origem. Várias salas de chá também criaram misturas e métodos próprios de preparo.

O chá Devonshire é sabor de chá relacionado a cerimônia do chá nos países que falam inglês, disponível em lojas por todo Reino Unido, Austrália, Índia e Nova Zelândia. Quase desconhecido nos Estados Unidos.

Nos Estados Unidos, o chá é servido geralmente gelado; o chá gelado é uma bebida comum para acompanhar as refeições ou para se refrescar em várias regiões. Às vezes é servido com limão, e pode ser adoçado ou sem açúcar, variando de cada região. O Sun tea é feito deixando-se a a´gua com as folhas para serem aquecidas diretamente pela luz solar, como fonte de calor e demora-se muito tempo para a sua feitura.

Recentemente, o chá com leite Boba, de Taiwan tornou-se extremamente popular entre os jovens. Esta marca asiática se espalhou pelos Estados Unidos onde é chamado de "bubble tea" (chá de bolhas) (Transcrito do Wikipédia)

Tudo isso sem contar que também existem palavras escritas da mesma forma, mas com significado completmente diferente, fazendo-se compreender apenas com a exigência de um sufixo. Exemplo: “manga”. Pode ser manga, a fruta; manga da blusa ou da camisa; e manga, da camisa do antigo lampião usado para iluminar casas na roça ou na fazenda.