Campinas, SP, 09 (AFI) - São Paulo e Cruzeiro seguem disputando a
liderança do Campeonato Brasileiro rodada por rodada e os mineiros seguem em
vantagem. Mesmo pressionados, os comandados do técnico Marcelo Oliveira
mostraram a força do atual campeão nacional e não deixaram a diferença
diminuir. Na briga pelo G4, Grêmio e Atlético-MG se deram bem, mas são seguidos
de perto por Corinthians e Inter.
Confira a Seleção da 33ª rodada do Brasileirão:
Goleiro: Rogério Ceni (São Paulo) - O veterano parece quer encerrar a carreira em grande estilo. E ele tem caprichado nas últimas partidas. Quatro dias após ser determinante contra o Emelec-EQU, na Sul-Americana, ele voltou a decidir pelo São Paulo. No primeiro tempo, teve pouco trabalho. No segundo, contudo, evitou a virada do Vitória. Fez duas grandes defesas à "queima-roupa" em chutes de Richarlyson e Juan. Além disso, não teve culpa no gol.
Lateral-direito: Norberto (Coritiba) - Foi uma verdadeira máquina humana, com fôlego incomparável e muita força para defender e atacar em alta velocidade. Atuou como ala e foi pelo seu lado que o Coxa criou as melhores chances para vencer o Fluminense. E o único gol do jogo, marcado por Joel, saiu de uma arrancada de Norberto pela direito e de um cruzamento já dentro da grande área adversária.
Zagueiro: Tiago Pagnussat (Atlético-MG) - Pouco aproveitado desde que chegou do Caxias ao Galo, em agosto, o jogador vinha sendo especulado em outros clubes para 2015. O problema (ou solução) é que o Atlético chegou às finais da Copa do Brasil ao mesmo tempo que disputa vaga no G4 do Brasileiro, e ainda sofre com as lesões de jogadores como Leonardo Silva, Réver e Jemerson. Com isso, Tiago ganhou chance na vitória sobre o Sport (3 a 2) e deixou sua marca. Agora, em seu segundo jogo, voltou a marcar contra o Palmeiras. Caso Levir Culpi precise, ele pode fazer uma pontinha no ataque também. Nem de longe parece aquele jogador que não deixou saudades no Guarani, em 2013.
Goleiro: Rogério Ceni (São Paulo) - O veterano parece quer encerrar a carreira em grande estilo. E ele tem caprichado nas últimas partidas. Quatro dias após ser determinante contra o Emelec-EQU, na Sul-Americana, ele voltou a decidir pelo São Paulo. No primeiro tempo, teve pouco trabalho. No segundo, contudo, evitou a virada do Vitória. Fez duas grandes defesas à "queima-roupa" em chutes de Richarlyson e Juan. Além disso, não teve culpa no gol.
Lateral-direito: Norberto (Coritiba) - Foi uma verdadeira máquina humana, com fôlego incomparável e muita força para defender e atacar em alta velocidade. Atuou como ala e foi pelo seu lado que o Coxa criou as melhores chances para vencer o Fluminense. E o único gol do jogo, marcado por Joel, saiu de uma arrancada de Norberto pela direito e de um cruzamento já dentro da grande área adversária.
Zagueiro: Tiago Pagnussat (Atlético-MG) - Pouco aproveitado desde que chegou do Caxias ao Galo, em agosto, o jogador vinha sendo especulado em outros clubes para 2015. O problema (ou solução) é que o Atlético chegou às finais da Copa do Brasil ao mesmo tempo que disputa vaga no G4 do Brasileiro, e ainda sofre com as lesões de jogadores como Leonardo Silva, Réver e Jemerson. Com isso, Tiago ganhou chance na vitória sobre o Sport (3 a 2) e deixou sua marca. Agora, em seu segundo jogo, voltou a marcar contra o Palmeiras. Caso Levir Culpi precise, ele pode fazer uma pontinha no ataque também. Nem de longe parece aquele jogador que não deixou saudades no Guarani, em 2013.
Zagueiro: Luccas Claro (Coritiba) - Não é
desta temporada que vem se estabelecendo como um dos jogadores mais importantes
do elenco do Coxa. É o zagueiro que todo treinador gostaria de contar no time
titular. Muito forte fisicamente, tem velocidade e precisão no jogo aéreo.
Completou muito bem o trio defensivo do Coxa na importante vitória sobre o
Fluminense no último sábado.
Lateral-esquerdo: Felipe Saturnino (Goiás) - Mais um dos meninos de destaque do Goiás no Brasileirão. Junto com Esquerdinha organiza as jogadas pelo lado esquerdo, o mais forte do time de Ricardo Drubscky. Ainda precisa corrigir alguns problemas de posicionamento, mas tem apenas 19 anos e vai crescer de produção.
Volante: Nilton (Cruzeiro) - Vinha ficando de fora da Raposa, mas voltou dando vitalidade e força ao meio-campo. Além disso é uma arma perigosa no ataque, tanto no jogo aéreo como também nas cobranças de falta. Tanto é verdade que no gol de empate com o Criciúma (primeiro gol) ele chutou a falta com força, a bola quicou antes do goleiro Bruno e o rebote ficou para o oportunista Marcelo Moreno. Depois veio a virada.
Meia: Renato Augusto (Corinthians) - Depois de uma série de lesões, partidas ruins e algumas críticas de torcedores, assumiu a responsabilidade pela armação de jogadas e vem fazendo o que a Fiel espera de seu camisa 10 - mesmo ele jogando com a 8. No clássico contra o Santos, fez grande jogada e deixou Guerrero na boa pra marcar o único gols da vitória.
Lateral-esquerdo: Felipe Saturnino (Goiás) - Mais um dos meninos de destaque do Goiás no Brasileirão. Junto com Esquerdinha organiza as jogadas pelo lado esquerdo, o mais forte do time de Ricardo Drubscky. Ainda precisa corrigir alguns problemas de posicionamento, mas tem apenas 19 anos e vai crescer de produção.
Volante: Nilton (Cruzeiro) - Vinha ficando de fora da Raposa, mas voltou dando vitalidade e força ao meio-campo. Além disso é uma arma perigosa no ataque, tanto no jogo aéreo como também nas cobranças de falta. Tanto é verdade que no gol de empate com o Criciúma (primeiro gol) ele chutou a falta com força, a bola quicou antes do goleiro Bruno e o rebote ficou para o oportunista Marcelo Moreno. Depois veio a virada.
Meia: Renato Augusto (Corinthians) - Depois de uma série de lesões, partidas ruins e algumas críticas de torcedores, assumiu a responsabilidade pela armação de jogadas e vem fazendo o que a Fiel espera de seu camisa 10 - mesmo ele jogando com a 8. No clássico contra o Santos, fez grande jogada e deixou Guerrero na boa pra marcar o único gols da vitória.
Meia: Alan Ruiz (Grêmio) - Endiabrado,
apareceu bem para completar a partida inspirada de Dudu. O meia argentino veio
do banco de reservas para decidir do Grenal do último domingo. Além de marcar
dois belos gols, ainda deixou a torcida gremista em êxtase em provocar o
compatriota D'Alessadro, maior ídolo da torcida colorada.
Meia: Dodô (Atlético-MG) - Com apenas 20 anos, foi o nome do Atlético na vitória sobre o Palmeiras. Não sentiu a pressão de jogar em um Pacaembu cheio e ainda liderou os reservas do Galo em outra importante vitória. Fez o cruzamento que culminou no gol de Tiago e, depois, deixou sua marca. Se a torcida do Galo tiver paciência, poderá ter muitas alegrias com o jogador.
Atacante: Cléo (Atlético-PR) - Sabendo da fragilidade da defesa do Botafogo, Cléo foi esperto e aproveitou as duas chances que teve para definir a vitória do Furacão. Na primeira, saiu cara a cara com Jefferson e, com calma, deslocou o goleiro. Na segunda não teve dificuldades já que o gol estava livre para empurrar a bola para o gol.
Meia: Dodô (Atlético-MG) - Com apenas 20 anos, foi o nome do Atlético na vitória sobre o Palmeiras. Não sentiu a pressão de jogar em um Pacaembu cheio e ainda liderou os reservas do Galo em outra importante vitória. Fez o cruzamento que culminou no gol de Tiago e, depois, deixou sua marca. Se a torcida do Galo tiver paciência, poderá ter muitas alegrias com o jogador.
Atacante: Cléo (Atlético-PR) - Sabendo da fragilidade da defesa do Botafogo, Cléo foi esperto e aproveitou as duas chances que teve para definir a vitória do Furacão. Na primeira, saiu cara a cara com Jefferson e, com calma, deslocou o goleiro. Na segunda não teve dificuldades já que o gol estava livre para empurrar a bola para o gol.
Atacante:
Marcão (Figueirense) - Não é
daqueles de dar show, de fazer belas jogadas, mas é o que resolve. Um
centroavante típico, que está dentro da área para completar as jogadas. Foi o
que aconteceu no duelo catarinense diante da Chapecoense, em Florianópolis.
Após o cruzamento rasteiro de Pablo, ele deu um toque de letra e saiu para o
abraço. Deixou o campo como herói e acumulou seu quinto gol pelo time.
Técnico: Felipão (Grêmio) - O treinador não poderia ter forma melhor de comemorar o aniversário de 66 anos. Além de um belo nó tático em Abel Braga, treinador rival deste domingo, Felipão ainda tirou o Grêmio de um período de nove jogos sem vencer o Inter. O tabu durava dois anos e meio e veio bem a calhar, pois o Tricolor tomou a vaga do Colorado dentro da zona de classificação para a Libertadores.
Técnico: Felipão (Grêmio) - O treinador não poderia ter forma melhor de comemorar o aniversário de 66 anos. Além de um belo nó tático em Abel Braga, treinador rival deste domingo, Felipão ainda tirou o Grêmio de um período de nove jogos sem vencer o Inter. O tabu durava dois anos e meio e veio bem a calhar, pois o Tricolor tomou a vaga do Colorado dentro da zona de classificação para a Libertadores.
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