Igor Siqueira
Rio de Janeiro (RJ)
Poupando titulares, o Botafogo venceu, mas não
impediu o jogo de volta contra o Coruripe, pela primeira fase da Copa do
Brasil. A vitória foi magra, por 1 a 0, e teve como responsável direto o
atacante Luís Henrique, que balançou as redes na reta final do jogo.
Agora, o Fogão vai ter que resolver a parada em Los Lários, no dia 28 de abril. O Alvinegro tem a vantagem do empate.
O primeiro tempo teve duas partes. No período pré-chuva, o jogo até que foi animado. O Botafogo começou com um bom ritmo, encurralando o time da casa e só não balançou as redes por causa do nome do jogo. Do nome mais estranho do jogo, o do goleiro do time alagoano: Gottfried Antonio Golz, popularmente chamado de Gott. Dica para quem não tem curso básico de alemão: o apelido significa Deus na língua germânica.
Sem querer blasfemar neste texto, o goleiro foi, de fato, o salvador do Coruripe quando o clube estava no “vale da sombra” da derrota. “Mil caíram ao lado, dez mil à direita” e o Coruripe não foi atingido com gol. O time da casa ainda se deu bem porque o árbitro deu uma de cego Bartimeu (antes da cura) e não m pênalti de Thiago Papel em Jean.
Quando o dilúvio começou a cair, na metade do primeiro tempo, o jogo mudou para pior. Os times cometeram vários pecados, gerando irritação na torcida. Erros de passes, bolas mal dominadas, uma série de transgressões às leis do bom futebol.
No segundo tempo, o temporal deu uma trégua. Mas quem disse que o futebol do Botafogo voltou à época pré-diluviana? O time, que entrou muito alterado em relação aos jogos pelo Carioca, passou a capengar, com dificuldades na armação das jogadas e presença no setor ofensivo. A entrada de Ribamar, um dos titulares que estavam sendo poupados, atenuou a situação, ainda que o Coruripe tenha levado perigo em vários lances, especialmente pelas laterais, sem, no entanto, acertar a mira.
Quando o jogo já se encaminhava para um frustrante empate sem gols, o garoto Luís Henrique foi o Messias alvinegro. Ele escorou o cruzamento de Diego e partiu para o abraço. Depois disso, não deu tempo para mais nada.
CORURIPE 0 X 1 BOTAFOGO
Local: Estádio Gerson Amaral, em Coruripe (AL)
Data/Hora: 5/4/2016, às 21h30
Árbitro: Gilberto Rodrigues Castro Junior (PE)
Auxiliares: Clovis Amaral da Silva (PE) e Fabrício Leite Sales (PE)
Cartões amarelos: Wiliames José, Candinho (AAC); Fernandes (BOT)
Gols: Luís Henrique, 38'/2ºT (0-1)
CORURIPE: Gott; Renato, Tiago Papel, Wilames José e Igor; Mazinho, Jair, João Paulo (Sadraque, 41'/2ºT) e Tiago Lima (Robert Silva, 43'/2ºT); Candinho (Ivan, 17'/2ºT) e Júnior Chicão. Técnico: Jaelson Marcelino
BOTAFOGO: Helton Leite; Luís Ricardo, Emerson Silva, Renan Fonseca e Jean (Diego, 21'/2ºT); Fernandes, Bruno Silva, Lizio (Leandrinho, 30'/2ºT) e Nuñez; Neilton (Ribamar, 22'/2ºT) e Luís Henrique. Técnico: Ricardo Gomes
Agora, o Fogão vai ter que resolver a parada em Los Lários, no dia 28 de abril. O Alvinegro tem a vantagem do empate.
O primeiro tempo teve duas partes. No período pré-chuva, o jogo até que foi animado. O Botafogo começou com um bom ritmo, encurralando o time da casa e só não balançou as redes por causa do nome do jogo. Do nome mais estranho do jogo, o do goleiro do time alagoano: Gottfried Antonio Golz, popularmente chamado de Gott. Dica para quem não tem curso básico de alemão: o apelido significa Deus na língua germânica.
Sem querer blasfemar neste texto, o goleiro foi, de fato, o salvador do Coruripe quando o clube estava no “vale da sombra” da derrota. “Mil caíram ao lado, dez mil à direita” e o Coruripe não foi atingido com gol. O time da casa ainda se deu bem porque o árbitro deu uma de cego Bartimeu (antes da cura) e não m pênalti de Thiago Papel em Jean.
Quando o dilúvio começou a cair, na metade do primeiro tempo, o jogo mudou para pior. Os times cometeram vários pecados, gerando irritação na torcida. Erros de passes, bolas mal dominadas, uma série de transgressões às leis do bom futebol.
No segundo tempo, o temporal deu uma trégua. Mas quem disse que o futebol do Botafogo voltou à época pré-diluviana? O time, que entrou muito alterado em relação aos jogos pelo Carioca, passou a capengar, com dificuldades na armação das jogadas e presença no setor ofensivo. A entrada de Ribamar, um dos titulares que estavam sendo poupados, atenuou a situação, ainda que o Coruripe tenha levado perigo em vários lances, especialmente pelas laterais, sem, no entanto, acertar a mira.
Quando o jogo já se encaminhava para um frustrante empate sem gols, o garoto Luís Henrique foi o Messias alvinegro. Ele escorou o cruzamento de Diego e partiu para o abraço. Depois disso, não deu tempo para mais nada.
CORURIPE 0 X 1 BOTAFOGO
Local: Estádio Gerson Amaral, em Coruripe (AL)
Data/Hora: 5/4/2016, às 21h30
Árbitro: Gilberto Rodrigues Castro Junior (PE)
Auxiliares: Clovis Amaral da Silva (PE) e Fabrício Leite Sales (PE)
Cartões amarelos: Wiliames José, Candinho (AAC); Fernandes (BOT)
Gols: Luís Henrique, 38'/2ºT (0-1)
CORURIPE: Gott; Renato, Tiago Papel, Wilames José e Igor; Mazinho, Jair, João Paulo (Sadraque, 41'/2ºT) e Tiago Lima (Robert Silva, 43'/2ºT); Candinho (Ivan, 17'/2ºT) e Júnior Chicão. Técnico: Jaelson Marcelino
BOTAFOGO: Helton Leite; Luís Ricardo, Emerson Silva, Renan Fonseca e Jean (Diego, 21'/2ºT); Fernandes, Bruno Silva, Lizio (Leandrinho, 30'/2ºT) e Nuñez; Neilton (Ribamar, 22'/2ºT) e Luís Henrique. Técnico: Ricardo Gomes
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