Eurico Fernandes (E), não deixa de ser boa sugestão.
Na semana passada, à guisa de tentar ajudar ao novo
Governador do Maranhão, Flávio Dino, produzimos uma matéria lembrando a
necessidade de, para resgatar a credibilidade do povo maranhense, gerar
empregos, diminuir a violência urbana nas grandes cidades e tirar parte da população
da miséria, não podendo esquecer de criar uma Secretaria que trate
especificamente, da agricultura familiar e da pesca.
Ao que parece, o camarada Flávio Dino leu ou foi
informado sobre a matéria. Melhor ainda, estaria pensando na real criação de
uma secretaria para atender essa necessidade, inexplicavelmente esquecida pelos
governos anteriores, embora se diga aqui e alhures, que o Maranhão tem as
melhores e mais férteis terras para a agricultura, além dos rios perenes e
piscosos e uma imensa costa marítima.
Apesar disso, só comemos aqui cenoura, beterraba,
laranja, banana, jerimum, uva, tomate, batata inglesa que vem dos vizinhos
estados de Goiás, Pará e Ceará. E o pescado vem quase sempre do Pará ou do
Ceará que, dizem, pesca na costa maranhense.
E isso, claro, não acabará num curto espaço de tempo de
quatro anos – mas servirá, principalmente, para manter o maranhense na própria
terra, trabalhando na agricultura para sustentar a família, evitando, dessa
forma, o êxodo rural para conviver onde lhes serão exigidas qualificações
profissionais que não possui.
Tomara que o Governador Flávio Dino pense assim.
Tomara, também, que tenha a felicidade de escolher pessoas capazes e de visão
para comandar a pasta – sem esquecer os professores da UEMA e do Curso Técnico
do IFMA da Vila Itamar.
E, sem sermos pretensiosos, estávamos procurando na
nossa imaginação alguém que pudesse ajudar o Governador e o Maranhão nesse projeto:
e lembramos o camarada Eurico Fernandes e o companheiro Domingos Dutra. Os dois
conhecem o Maranhão, a agricultura e a pesca e as necessidades e os caminhos
para atingir o êxito no atendimento às famílias maranhenses.
Um terceiro elemento é o investimento – porque a
iniciativa elogiável terá que partir do zero. Sair da teoria para a prática
imediata, mas sem cometer bobagens, tendo certeza que há muito trabalho pela
frente, e que tudo não será solucionado num primeiro mandato.
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