segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Agricultura familiar, sim senhor!





Eurico Fernandes (E), não deixa de ser boa sugestão.

 

Na semana passada, à guisa de tentar ajudar ao novo Governador do Maranhão, Flávio Dino, produzimos uma matéria lembrando a necessidade de, para resgatar a credibilidade do povo maranhense, gerar empregos, diminuir a violência urbana nas grandes cidades e tirar parte da população da miséria, não podendo esquecer de criar uma Secretaria que trate especificamente, da agricultura familiar e da pesca.

Ao que parece, o camarada Flávio Dino leu ou foi informado sobre a matéria. Melhor ainda, estaria pensando na real criação de uma secretaria para atender essa necessidade, inexplicavelmente esquecida pelos governos anteriores, embora se diga aqui e alhures, que o Maranhão tem as melhores e mais férteis terras para a agricultura, além dos rios perenes e piscosos e uma imensa costa marítima.

Apesar disso, só comemos aqui cenoura, beterraba, laranja, banana, jerimum, uva, tomate, batata inglesa que vem dos vizinhos estados de Goiás, Pará e Ceará. E o pescado vem quase sempre do Pará ou do Ceará que, dizem, pesca na costa maranhense.

E isso, claro, não acabará num curto espaço de tempo de quatro anos – mas servirá, principalmente, para manter o maranhense na própria terra, trabalhando na agricultura para sustentar a família, evitando, dessa forma, o êxodo rural para conviver onde lhes serão exigidas qualificações profissionais que não possui.

Tomara que o Governador Flávio Dino pense assim. Tomara, também, que tenha a felicidade de escolher pessoas capazes e de visão para comandar a pasta – sem esquecer os professores da UEMA e do Curso Técnico do IFMA da Vila Itamar.

E, sem sermos pretensiosos, estávamos procurando na nossa imaginação alguém que pudesse ajudar o Governador e o Maranhão nesse projeto: e lembramos o camarada Eurico Fernandes e o companheiro Domingos Dutra. Os dois conhecem o Maranhão, a agricultura e a pesca e as necessidades e os caminhos para atingir o êxito no atendimento às famílias maranhenses.

Um terceiro elemento é o investimento – porque a iniciativa elogiável terá que partir do zero. Sair da teoria para a prática imediata, mas sem cometer bobagens, tendo certeza que há muito trabalho pela frente, e que tudo não será solucionado num primeiro mandato.

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