segunda-feira, 29 de junho de 2015

O PT está com “data vencida“?





 

O Brasil entrou em “parafuso” na noite do dia 31 de março de 1964. Depois de enfrentar dias turbulentos de 25 de agosto de 1961, com a renúncia do presidente eleito Jânio da Silva Quadros, a assunção intempestiva, mas providencial de Ranieri Mazilli, então presidente da Câmara Federal e a posterior assunção de João Belchior Goulart entre 7 de abril de 1961 e 1 de abril de 1974 – com o golpe militar perpetrado no dia 31 do mês anterior, mas com o General Humberto de Alencar Castello Branco assumindo posteriormente.

 Antes, o que se noticiou foi que, no dia 24 de agosto de 1961, Carlos Lacerda foi à televisão denunciar um possível golpe que estaria sendo articulado pelo Presidente Jânio Quadros. No outro dia, o Brasil se surpreendeu com o pedido de renúncia de Jânio. Ele afirmava em carta ao Congresso que “forças terríveis” o haviam levado a tomar aquele gesto.

Porém, acredita-se que Jânio imaginou um “espetáculo de renúncia”, o qual mobilizaria a população em seu favor e ele voltaria ao poder muito mais fortalecido. Mas isto não aconteceu. O Congresso de pronto aceitou sua saída do cargo. Assumiu interinamente a direção do país o Presidente da Câmara, Ranieri Mazilli, até a volta do vice João Goulart, que fazia uma visita oficial à China.”

E o que aconteceu com os domínios do Brasil até 1987, muitos já sabem, e, fica cansativo repetir.

O que se viveu foi que, em meio à ânsia de liberdade, iniciou-se de forma velada uma série de movimentos para a volta das eleições para Presidente da República. Alguns partidos políticos sobreviventes, porque aliados de qualquer hora do poder dominante, ao que parece não mereciam respeito nem atendiam às ideias do povo brasileiro. Nem mesmo o PDT, comandado pelo caudilho Leonel de Mora Brizola e Darcy Ribeiro era suficientemente forte para ganhar uma eleição majoritária.

Eis que, no dia 10 de fevereiro de 1980, na cidade de São Paulo e na sombra das organizações sindicais, foi criado o PT – Partido do Trabalhador. A partir daí, o “povão”, na ânsia de uma libertação, acorreu com cuias, baldes e gamelas para somar nas fileiras “trabalhistas”.

Um nicho considerável de intelectuais formou fila e ganhou registro como fundador. Nos dias atuais, o PT – Partido dos Trabalhadores, está à beira da falência e muito próximo da extinção, enquanto caminho para o que se propunha inicialmente.

Tem como presidente atual, Rui Falcão – mas quem manda é Lula. Tem hoje, registrados, 1.588.058 filiados. Tem 5 governadores nos 27 estados da Federação; 640 prefeitos nos 5.568 municípios brasileiros; 15 dos 81 senadores; e 69 dos 513 deputados federais, além de 149 deputados estaduais e nada menos que 5.181 vereadores dos 56.810 existentes no país.

“Fundação - Composto por dirigentes sindicais, intelectuais de esquerda e católicos ligados à Teologia da Libertação, no dia 10 de fevereiro de 1980 no Colégio Sion em São Paulo. O partido é fruto da aproximação dos movimentos sindicais, a exemplo da Conferência das Classes Trabalhadoras (CONCLAT) que veio a ser o embrião da Central Única dos Trabalhadores (CUT), grupo ao qual pertenceu o ex-presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva, com antigos setores da esquerda brasileira.


O PT foi fundado com um viés socialista. Com o golpe de 1964, a espinha dorsal do sindicalismo brasileiro, que era o CGT (Comando Geral dos Trabalhadores), reunia lideranças sindicais tuteladas pelo Ministério do Trabalho- um ministério geralmente ocupado por lideranças do Partido Trabalhista Brasileiro varguista - foi dissolvida, enquanto os sindicatos oficiais sofriam intervenção governamental. A ressurgência de um movimento trabalhista organizado, expressa nas greves do ABC paulista da década de 1970, colocava a possibilidade de uma reorganização do movimento trabalhista de forma livre da tutela do Estado, projeto este expresso na criação da CONCLAT, que viria a ser o embrião da CUT, fundada três anos após o surgimento do PT. Originalmente, este novo movimento trabalhista buscava fazer política exclusivamente na esfera sindical. No entanto, a sobrevivência de um sindicalismo tutelado - expressa na reconstrução, na mesma época do antigo CGT, agora com o nome de Confederação Geral dos Trabalhadores, congregando lideranças sindicais mais conservadoras, como as de Joaquinzão e de Luís Antônio de Medeiros - mais a influência ainda exercida sobre o movimento sindical por lideranças de partidos de Esquerda tradicionais, como o Partido Comunista Brasileiro, forçaram o movimento sindical do ABC, estimulado por lideranças antistalinistas da Esquerda, como a de diversos grupamentos trotskistas, a adquirir identidade própria pela constituição em partido político - uma estratégia similar à realizada pelo movimento sindical Solidarność na Polônia comunista de então.

O PT surgiu, assim, rejeitando tanto as tradicionais lideranças do sindicalismo oficial, como também procurando colocar em prática uma nova forma de socialismo democrático, tentando recusar modelos já então em decadência, como o soviético ou o chinês. Significou a confluência do sindicalismo basista da época com a intelectualidade de Esquerda antistalinista.

Foi oficialmente reconhecido como partido político pelo Tribunal Superior de Justiça Eleitoral no dia 11 de fevereiro de 1982. A ficha de filiação número um foi assinada por Apolonio de Carvalho, seguido pelo crítico de arte Mário Pedrosa, pelo crítico literário Antonio Candido e pelo historiador e jornalista Sérgio Buarque de Hollanda.” (Transcrito do Wikipédia)

Nenhum brasileiro da faixa etária superior a 50 anos desconhece a importância do PT, ainda que não seja filiado ou aprove integralmente os métodos assumidos depois de chegar ao Poder. Há conquistas. Conquistas verdadeiras e valiosas.

E por que se defende, hoje, o fim do PT?

Pela quantidade absurdamente grande de ilicitudes praticadas pelos gestores alinhados com o partido. Corrupção não é nenhum privilégio do PT, sabe-se, aceita-se. Mas não dá mais para esconder que o PT está com a data vencida.

 

Seleção Futebol Interior da Série B com técnico Osmar Loss, que busca afirmação

Consolidou a liderança isolada do Botafogo, que confirma a fama de favorito ao acesso, bem como se tornou o único invicto após a derrota do Náutico para o revigorado Atlético-GO.

Campinas, SP, 14 (AFI) – A sétima rodada do Campeonato Brasileiro da Série B foi de muitas emoções. Consolidou a liderança isolada do Botafogo, que confirma a fama de favorito ao acesso, bem como se tornou o único invicto após a derrota do Náutico para o revigorado Atlético-GO. O G4, grupo de acesso, ainda tem duas surpresas: Paysandu e Sampaio Corrêa.

A Seleção Futebol InteriorSeleção FI – aparece bem equilibrada, armada no esquema 1-4-2-4. E tendo no comando um jovem e promissor técnico: Osmar Loss, do Bragantino, que conquistou a Copa São Paulo de Junior pelo Corinthians. O placar mais dilatado aconteceu, justamente, com o Bragantino de Loss que enfiou 5 a 2 no Macaé e passou para a zona intermediária.

A competição tem cobertura completa do Portal Futebol Interior, que acompanha os jogos online pelo Placar ao Vivo, inclusive pelo Aplicativo Mobile - Google Play e APP Store. Depois mostra os comentários e fichas técnicas de todos os jogos.

Goleiro: Andrey (Boa Esporte) - Ele atua com uma proteção na cabeça, mas se o time mineiro não está bem na classificação não é por culpa sua. Pelo contrário. Ele foi o “grande nome do jogo” no empate sem gols com o Santa Cruz, no Arruda, que derrubou, enfim, o técnico Ricardinho, já substituído por Marcelo Martelotte – ex-Atlético-GO.

Lateral-direito: Yago Pikachu (Paysandu) - Se não é aquela sumidade, trata-se de um jogador perigoso e que finaliza bem, tanto com a bola em movimento como com ela parada. Na vitória fora de casa, por 2 a 0, sobre o ABC, ele abriu o placar com um gol olímpico. Tem isso também: ele é o goleador de gols bonitos.

Zagueiro: Wesley Matos (América-MG) - O defensor do Coelho tem feito o simples mas com muita objetividade e as vezes com gols. No jogo deste final de semana, salvou oportunidade de gol de empate que valeu como um gol para os mineiros em cima do valente CRB, que vai melhorar nas mãos de Mazola Júnior. Wesley chegou ao América em 2015 depois de bela passagem pelo Tupi na série C, onde foi responsável por fazer de sua defesa a menos vazada da competição em 2014.

Zagueiro: Marllon (Atlético-GO) - Juntamente com o técnico Jorginho, ele fez a sua estreia com a camisa do Dragão e com ele em campo, a até então pior defesa da competição não sofreu nenhum gol. O time goiano fez jogo seguro, marcou forte e foi decisivo nas oportunidades que criou. O jovem zagueiro fez uma boa campanha no primeiro semestre jogando pelo Capivariano.

Lateral-esquerdo: Roberto (Bragantino) - Aos poucos vai ganhando a confiança dos companheiros, uma vez que já tinha, por sua regularidade, a confiança do técnico. Tanto que no final do jogo cobrou uma falta e teve a sorte de ocorrer o desvio na barreira, completando a goleada do Braga sobre o Macaé, por 5 a 2.

Volante: Diones (Sampaio Corrêa) - Um gigante na marcação, ganhou todas as divididas e sendo perfeito na segunda bola, além da proteção à defesa. Não bastasse tudo isso, marcou o gol da virada do Sampaio Corrêa, que fez 3 a 1 em cima do fraco Criciúma, em São Luís, no estádio Castelão.

Volante: Pedro Ken (Vitória) - Está fazendo um começo surpreendente na Série B, sendo elemento importante para o esquema do técnico Sérgio Soares. Assumiu a função de ser um dos líderes do time, o que precisa ter personalidade e experiência. Uma pena que o Vitória fez um péssimo segundo tempo e só empatou, por 1 a 1, com o lanterna Mogi Mirim.

Atacante: Henrique (Paraná) - O Luverdense bem que tentou e iria trazer mais um ponto para Lucas do Rio Verde, não fosse uma belíssima jogada pelo lado esquerdo do ataque parasita feita pelo atacante Henrique. Em um arremate certeiro, venceu o goleiro “e marcou o gol da rodada” da Série B.

Atacante: Max Biancucchi (Bahia) - É o primo do melhor jogador do mundo e pelo menos para a torcida do tricolor baiano, o bom futebol esta no DNA do atacante, que tem resolvido a vida dos baianos há tempos. Com velocidade e muito faro de gol, Maxi fez o único gol da partida que complicou ainda mais o time cearense.

Atacante: Rodrigo Pimpão (Botafogo) - Vice-artilheiro da competição no ano passado, atrás de Magno Alves, Pimpão vem justificando a condição de artilheiro e mais uma vez mostrando vontade e determinação. Ele se atirou na bola e marcou o gol da partida em São Paulo em cima do Oeste. Terceiro gol decisivo do atacante que vem sendo diferencial do time de Renê Simões. A boa fase, no entanto, pode ser interrompida nos próximos dias, já que o atacante recebeu uma boa proposta do futebol japonês e deve deixar a equipe da estrela solitária.

Atacante: Diego Maurício (Bragantino) - Não marcou nenhum dos cinco gols do Bragantino em Macaé, mas foi quem destruiu e abriu a defesa do time fluminense, que sofreu a primeira derrota em casa. Com velocidade e dribles fáceis ele participou de três dos cinco gols, dois deles feitos por Jobinho, que também jogou bem, o mesmo valendo para Alan Mineiro.

Técnico: Osmar Loss (Bragantino) - Começou sobre a desconfiança de todos, afinal de contas, esta é sua primeira experiência como técnico de um time profissional e numa competição importante. Foi, no início do ano, campeão da Copa São Paulo de Júnior pelo Corinthians. Os primeiros resultados não foram bons e ele até balançou. Mas agora se firmou com duas vitórias seguidas – 2 a 0 no Bahia e 5 a 2 no Macaé, na maior goleada da rodada.

Há de se destacar também o excelente condicionamento físico do time, que precisa ainda de várias peças para sonhar em brigar pelo acesso.

Outros técnicos também foram bem, como Jorginho, que estreou no fraco Atlético-GO ao quebrar a invencibilidade do Náutico, na vitória por 2 a 0. Léo Condé, ex-Caldense, vai bem no Sampaio Corrêa, e Dado Cavalcanti também tem se superado com o modesto Paysandu.

 

 

Chega fiquei-me todo arrupiado!

 


 

Como disse um dia Vinicius de Moraes – “a beleza é fundamental” – usufruindo das belezas naturais de onde morava: assim como “ser carioca” é um estado de espírito, a beleza tem muito mais de interioridade pessoal, que daquilo que seus olhos veem.

Se você não está bem consigo, a beleza passa despercebida, por mais ímpar que seja. Se você está bem e feliz, aquilo que naquele momento não lhe parece belo vai tocar o seu interior e pinçar adjetivos que qualificam o “algo” visto.

Assim, provavelmente pegando uma carona no sempre presente bom estado de espírito dos leitores, apresentamos algumas das nossas escolhas de hoje, nas quais incutimos o “nosso conceito pessoal”.

Como escreveria o premiadíssimo Papa Berto em conceito de belezura, eu chega fiquei-me todinho arrupiado com a sempre boa forma física dela. Beleza pra tarado nenhum botar defeito e ficar folheando nos recônditos da imaginação a revista em que ela ocupa todas as páginas. Olhas essas “ancas” é bem mais mió que ingulir caroço de pitomba, né não? Arrepare nos cantos da boquinha dela, arrepare! E as curvas bundais não se assemelham  a um conjunto de cataratas?

Pense... num pense nim nada não! Aja!

Nunca escutei o cântico nem ouvi falar que Beija-Flor cantasse. E, além do que se vê, “precisa” cantar? Vai encantar mais ainda a quem?

Com certeza, Picasso, Van Gogh e provavelmente outros não encontrarão cores para retratar essa pequena ave que ainda nos encanta com rodopios e sustentabilidade indescritíveis à nossa capacidade humana de escrever. Voa porque é preciso e nos encanta porque é a natureza dela sustentada pelas mãos e pelos ventos divinos.

Na infância que já está distante, comi muitos beija-flores, pretendendo matar a fome que nos destruía e nos fazia irracionais – comeríamos qualquer coisa. Eram tão pequenininhos que precisávamos comer muitos para sentirmos alívio no estômago.

Seria por isso que dizem que tenho um belo “interior”?

Ou, será que vísceras nada têm com “interior”, tampouco com sentimentos?

Agora, imaginemos um turista passeando nas ruas da China ou do Japão. Imagine esse turista sendo e aparecendo diferente da grande maioria que nesses lugares habita. A dificuldade que temos também para pronunciar os nomes – esquisitos para nós e comuns para eles – fica reforçada pela dificuldade que temos de diferenciar um do outro.

Agora, pense num mar, nos arrecifes naturais e nos bancos de algas habitados por imensos cardumes de peixes iguais, com o “mesmo desenho” e com as mesmas cores. Repentinamente surge um único diferente. Diferente do caso do turista que passeia no Japão ou na China, esse peixe diferente ganha notoriedade e uma beleza que nossos olhos captam. Então, assim, reforçamos a tese de que, beleza, é um estado de espírito.

Imaginemos também, o tamanho desproporcional de um tubarão passeando nesses arrecifes e no canteiro dessas algas. Nossos olhos captam mais e rapidamente o tamanho do tubarão, mas não deixam de lado o colorido dos demais peixes listados e pintados, sabe-se lá por qual pintor.

Beleza, dizem, não tem cor. Tem vida!

Claro que a mulher tem o hábito de tentar melhorar ainda mais o que já nos aparece com beleza. Mas ela quase sempre não está satisfeita. São desconfiadas e precisam trabalhar o ego.

Mas, existem algumas que sequer pensam em retocar o que não precisa mesmo ser retocado. Essa mulher aí da foto (negra ou não é apenas um detalhe que a tez dispensa) “trabalhou” a sobrancelha e deixou por conta da natureza e do nosso estado de espírito os cílios – algumas usam postiços – o nariz e a boca, ambos enfeitados por um buço divino – na infância, a gente chamava de caminho de escorrer catarro.

Para que maquiagem, se a natureza já trabalhou com tamanha perfeição?

 

sexta-feira, 26 de junho de 2015

Botafogo para na marcação do Boa Esporte e só empata

 

Rio de Janeiro (RJ) - O Botafogo não conseguiu superar a marcação do Boa Esporte e ficou no empate por 1 a 1, em partida disputada na noite desta sexta-feira, no Engenhão. Foi o primeiro tropeço da equipe carioca dentro de casa, desde o início do Campeonato Brasileiro da série B. O Alvinegro de General Severiano manteve a liderança da competição com 20 pontos ganhos, enquanto o Boa Esporte segue na 17ª posição com seis pontos ganhos.

O time dirigido por Renê Simões não repetiu as suas melhores atuações e encontrou muita dificuldade para superar a marcação imposta pelo adversário. Sem inspiração, a equipe carioca irritou sua torcida e foi vaiada no final da partida. O Boa veio armado para buscar um ponto e alcançou o seu objetivo.

Na próxima rodada, o Botafogo vai enfrentar o Macaé, no Moacyrzão. O Boa Esporte vai receber o Bragantino, em Varginha.

O jogo- Diante de um público pequeno e chuva constante, o Botafogo começou a partida em ritmo lento e foi surpreendido logo aos três minutos. Em contra-ataque rápido, Bruno Felipe foi lançado nas costas da zaga e bateu na saída de Renan para marcar o primeiro gol. A equipe carioca partiu para a reação e conseguiu criar duas boas jogadas de ataque. Aos quatro minutos, Willian Arão bateu rasteiro e forçou Andrey a uma boa defesa. Logo depois, Rodrigo Pimpão entrou pela esquerda e tentou encobrir o goleiro Andrey, mas a bola saiu.

O Botafogo ficava mais tempo com a bola, mas encontrava dificuldades para superar a marcação da equipe mineira. O Boa, por sua vez, tentava se aproveitar dos espaços concedidos pelo adversário para acionar os atacantes Bruno Felipe e João Paulo. Aos 17 minutos, após boa jogada de Rodrigo Pimpão, a bola sobrou para Elvis que decidiu arriscar o chute, mas a bola passou longe do gol defendido por Andrey.

A equipe dirigida por Renê Simões seguiu pressionando em busca do empate. Rodrigo Pimpão, em noite inspirada, levava sempre vantagem nas suas investidas pla esquerda e era a melhor opção ofensiva. Aos 21 minutos, o Botafogo marcou o gol do empate. Gilberto fez ótima jogada pela direita e cruzou para a entrada fulminante de Rodrigo Pimpão que subiu muito e cabeceou forte, sem chances de defesa para o goleiro Andrey.

Animado com o gol do empate, o Alvinegro carioca manteve a pressão em busca do desempate, enquanto o Boa, acuado em seu campo, se preocupava apenas com a defesa. Só aos 33 minutos é que a equipe mineira chegou com perigo ao gol de Renan. Luís Ricardo foi desarmado na intermediária e Moacir arrancou para a área, se livrou de Roger Carvalho e chutou, mas Renan fez grande defesa, evitando o gol de desempate.

O jogo caiu de ritmo porque o Botafogo reduziu a intensidade dos seus ataques, enquanto o Boa continuava preocupado em bloquear as investidas dos donos da casa. Aos 41 minutos, em outra boa jogada de Gilberto, pela direita, o Botafogo criou boa chance, mas a zaga impediu a conclusão de Diego Jardel.

O Botafogo voltou para o segundo tempo com o atacante Sassá no lugar do meia Elvis, numa tentativa do técnico Renê Simões de aumentar o poder ofensivo da equipe. E a equipe carioca demorou a se acertar com a nova formação, porque Sassá não conseguia encontrar uma boa posição dentro do campo e atrapalhava as investidas do ataque. Aos dez minutos, após rebatida equivocada da zaga mineira, a bola sobrou para Willian Arão que bateu de primeira. A bola desviou em Bill e saiu.

Aos 17 minutos, após jogada confusa na entrada da área, a bola sobrou para Diego Jardel que chutou forte, mas Andrey fez boa defesa. Logo depois, Bill foi lançado na corrida e tentou tirar a bola do goleiro, mas a acabou mandando para fora. Três minutos depois, Bill perdeu uma chance incrível para marcar, ao concluir para fora, depois de receber um ótimo passe.

O técnico Renê Simões decidiu colocar Henrique no lugar de Bill que saiu vaiado de campo. O Boa Esporte passou a jogar com mais confiança e a se aproximar da área alvinegra. Aos 32 minutos, após boa troca de passes, a bola ficou com Radamés que mandou forte, mas a bola encobriu o gol defendido por Renan. Nos minutos finais, o Botafogo pressionou, mas não conseguiu criar situações de perigo para o gol de Andrey.

Ficha técnica: Botafogo 1 x 1 Boa Esporte

Local: Estádio Nilton Santos, no Rio de Janeiro
Data: 19 de junho de 2015, sexta-feira
Horário: 21h50 (de Brasília)
Árbitro: Alisson Sidnei Furtado (TO)
Assistentes: Francisco Casimiro de Sousa (TO) e Gilvan Santos Medrado (TO)
Cartões amarelos: Diego Giaretta (Botafogo); Pirão, Wendel (Boa)
Gols:
BOTAFOGO: Rodrigo Pimpão, aos 21 minutos do primeiro tempo
BOA: Bruno Felipe, aos três minutos do primeiro tempo

BOTAFOGO: Renan, Gilberto, Renan Fonseca, Roger Carvalho e Luís Ricardo; Diego Giaretta, Willian Arão, Diego Jardel (Daniel Carvalho) e Elvis (Sassá); Rodrigo Pimpão e Bill (Henrique). Técnico: René Simões

BOA ESPORTE: Andrey, Moacir, Raphael Silva, Éverton Sena e Pirão(Sheslon); Wendel, Radamés, Alê e Chapinha(Daniel); Bruno Felipe e João Paulo(Cléo)
Técnico: Moacir Júnior