Sal
marinho moído
O sal mata? Alguém consegue “comer” sem sal? Alguém
sobreviveria se alimentando apenas de frutas, verduras e legumes?
Não. O sal não mata. O que mata é o consumo excessivo
do sal.
Desde a cerimônia do Batismo, o homem católico é
incentivado a comer sal. O sal usado na cerimônia do Batismo é o mesmo sal
comum, preparado religiosamente para aquela oportunidade.
E, por que se come sal?
Que tipo de sal o seu organismo produz?
E, por que esse sal produzido pelo organismo humano não
é suficiente para manter o corpo “longe” do consumo do sal comum?
Alguém conhece o “sal” produzido pelos indígenas?
O sal marinho - Muitas são as dúvidas sobre o sal marinho, se é saudável, se devemos adicioná-lo ou não à comida etc. Devido ao seu teor mais baixo em sódio e seu refinamento, o sal marinho é recomendado para pessoas com problemas cardíacos, obesos, para retenção de líquidos ou simplesmente para aqueles que desejam cuidar da saúde.
Ao
consumir o sal marinho diariamente, equilibraremos e nutriremos nosso organismo com minerais essenciais. Alguns dos benefícios que este
sal nos oferece são:
–
Excelente para a concentração e
expansão muscular, estimulo dos nervos, bom funcionamento das glândulas suprarrenais e em outros processos biológicos;
– Nos
proporciona cloreto, que serve para produzir os ácidos necessários na digestão de proteínas, enzimas e
hidratos de carbono. (Transcrito do Wikipédia)
“Sal rosa do Himalaia - O sal é um nutriente indispensável para o bom funcionamento do organismo e, embora seja muitas vezes visto como um vilão e desencadeador de uma série de doenças, sua ausência completa pode prejudicar o corpo tanto quanto o excesso. Entre os tipos de sal que existem – dentre os quais o marinho é o mais usual – uma espécie tem chamado a atenção devido a sua pureza química: o sal rosa do Himalaia.
Livre de toxinas e poluentes, esse alimento, recolhido em
depósito seculares do Himalaia, é considerado o sal mais puro do planeta e sua cor rosa
deve-se à alta concentração de minerais em sua composição – ele carrega mais de
80 tipos de minerais.
O alto poder desintoxicante do sal rosa é benéfico para ajudar a
eliminar
toxinas do corpo, purificar o sangue e regular a produção de óleo pela
pele. Além disso, a alta concentração de magnésio, por exemplo, é benéfica para
prevenir cãibras e fortalecer os músculos e o sistema imunológico.” (Aline Pereira)
O Himalaia, Himalaias ou Cordilheira do Himalaia é a mais alta cadeia montanhosa do mundo, localizada entre a planície indo-gangética, ao sul, e o planalto tibetano, ao norte. A cordilheira abrange cinco países (Índia, China (que inclui o Tibete), Butão, Nepal, Paquistão) e contém a montanha mais alta do planeta, o Monte Everest. O nome Himalaia vem do sânscrito e significa "morada da neve". Os Himalaias espalham-se, de oeste para leste, do vale do rio Indo ao vale do rio Bramaputra, formando um arco de cerca de 2500 km de extensão e com uma largura variando de 400 km no oeste, na região da Caxemira-Tibete, a 150 km no leste, na região do Tibete-Arunachal Pradesh. (Transcrito do Wikipédia)
Feijoada é uma boa
comida?
E, se os
“ingredientes” que acompanham a feijoada não contiverem sal? A feijoada é boa?
Por décadas, o sal
“ajudou” a criar (e, sabe-se agora, também a matar) pessoas. No Brasil, o
advento da filosofia de conservação de alimentos é de tempo recente – pelo
menos para as classes de médio e baixo poder aquisitivo. Nem todos possuíam uma
geladeira ou um freezer em casa. A
solução era recorrer ao sal. Muito sal, para garantir que aqueles alimentos não
entrassem em putrefação.
Experimente comer
camarão sem sal. Com teor zero de sal. Qual o sabor?
E peixe sem sal, quem
consegue comer?
Sem o sal comum, os
índios comem. Mas não comem sem “sal”. Nas quinze amostras do quadro acima, em
nenhum tipo está o “sal” comido pelo indígena, que “inventou” uma forma pouco
conhecida para fabricar o sal que come.
No “habitat” indígena
uma planta é muito utilizada para produzir esse “sal”. Essa planta é cuidada e protegida para estar
em condições de garantir o fabrico desse sal no tempo próprio. Quando se
aproxima a fase lunar apropriada, os indígenas amontoam galhos dessas plantas
com folhas apropriadas e “abrem espaço” no local para que a claridade da lua produza
a fermentação necesssária e capaz de garantir uma grande escala de “sal”.
Aquelas folhas fermentadas são superpostas sobre alguns alimentos (peixes),
garantindo a conservação.
Enfim, o sal que salva e cria, é o mesmo sal que mata.
Salva e cria, quando usado com parcimônia e sapiência. Mata, quando sai do
controle.
O sal não mata. O que mata é o exagero.
Quando crianças jogavam bola nos tempos passados, um
ferimento provocado por arranhão ou chute equivocado, tinha o sangramento
estancado com sal. Outros preferiam pó de café e, na ausência de algo adequado,
usavam mesmo era areia. E ninguém contraía doença infecto contagiosa. Mas,
sabia-se, a terra do mundo era outra.
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