quinta-feira, 24 de março de 2016

Iguatu

 

Voltamos hoje a focalizar aquela série iniciada no começo do mês, saindo um pouco da lama da política brasileira, e caminhando pela área do lazer. Propusemos, no início, uma reflexão para você fazer a sua parte dentro das suas possibilidades financeiras. Sabemos que, pelo tamanho continental do Brasil, sair de Porto Alegre para Belém demora mais que sair de Recife para Madrid. Mas, o que conta de forma positiva nessa opção pelo Brasil é a garantia de que os valores financeiros permanecerão entre nós, gerando riqueza e estrutura e aquecendo a economia e o turismo.

Hoje resolvemos mostrar um pouco de Iguatu, município da Região Centro-Sul do Ceará, distante apenas 380 Km da capital.

 Iguatu é um município brasileiro do estado do Ceará. Localizado na Região Centro-Sul do estado, configura-se como o principal pólo econômico da região. Foi, ao longo das décadas de 1960, 70 e 80, um importante centro produtor de algodão, chegando a cravar sucessivos recordes nacionais de produtividade da fibra. Hoje, as indústrias moveleiras, de calçados e de serviços são os condutores da economia da cidade. Terra natal dos músicos e compositores Eleazar de Carvalho, Humberto Teixeira e do Bispo Mário Teixeira Gurgel.

Iguatu está na lista dos 299 municípios mais populosos do Brasil e dos 9 mais populosos do Ceará. Possui o 10º PIB do Ceará, com um índice de desenvolvimento humano de 0,677. 10º IDH do estado. É a cidade do centro-sul que possui mais cursos de graduação.

A localidade anteriormente abrigava uma aldeia de índios Quixelôs[8] ,[9] . A região era conhecida pelo nome de Telha, fazendo menção a uma grande lagoa de mesmo nome dos arredores, quando os jesuítas chegaram à região a partir de 1707. Depois de lutas de resistências por parte dos indígenas e rendição destes, estes colaboravam com os colonizadores.

Em 1831,o povoado da Telha já se tornara tão grande e próspero que foi elevado a freguesia e sua elevação à categoria de Vila ocorreu na forma de Lei nº 553, de 27 de novembro de 1851, quando foi desmembrada do município de Icó e instalada a 25 de janeiro de 1853. Sua elevação à categoria de cidade ocorreu em virtude de Lei Provincial nº 1.612, de 21 de agosto de 1874. Logo após a proclamação da República em 1889, foi nomeado o seu primeiro intendente, Cel. Celso Ferreira Lima Verde. O primeiro prefeito municipal foi nomeado em 1914, Cel. José Adolfo de Oliveira. O segundo prefeito foi Eduardo de Lavor Paes Barreto - 1915 a 1917. Um fato curioso na política local é que na primeira eleição para o cargo de prefeito por voto direto, em 1926, o segundo colocado assumiu o cargo a partir de 1 de dezembro. Concorreram ao cargo Dr. Manoel Carlos de Gouvêa (344 votos) e o industrial Otaviano Jaime de Alencar Benevides (542 votos), este considerado inelegível, assume o cargo Gouvêa até a data de 14 de agosto de 1928.

Iguatu destacou-se ao longo da história do Ceará por está ao lado da Estrada das Boiadas, e depois como importante centro produtor de algodão, mas o grande impulso econômico se deu com a expansão da Estrada de Ferro de Baturité até a cidade do Crato. A estação ferroviária de Iguatu foi inaugurada a 05 novembro de 1910. Isso resultou no impulso da economia local com a instalação de hotéis, usinas de beneficiamento de algodão e casas comerciais e a expansão do centro comercial. Com a estação, Iguatu tornou-se o centro econômico da região em detrimento de Icó. Somente a partir de 1910, com o fortalecimento da economia algodoeira a expansão urbana direciona-se para as proximidades da estação ferroviária. O progresso urbano foi tão significativo tanto que em 1925, foi inaugurado o Cine-Teatro Iguatu, considerado à época como o melhor prédio do gênero no interior do Ceará. O aformoseamento urbano verificava-se já pela existência de muitos palacetes e sobrados onde residiam as famílias ricas e influentes na sociedade, principalmente nas ruas Floriano Peixoto, João Pessoa, Epitácio Pessoa e no entorno da Praça da Matriz. Com a expansão da linha ferroviária até o município do Crato, inaugurada a 9 de novembro de 1926, Iguatu recebe um novo impulso na sua economia e nos aspectos cultural e social, pois a ferrovia permitiu a comunicação mais rápida com o Cariri, próspero e importante centro cultural, político e econômico do sul do Ceará.

Iguatu é banhado pelos rios Jaguaribe e Trussu, além das lagoas: Iguatu, Baú, Barro Alto e Bastiana

Eventos Culturais - Os principais eventos culturais são: Moto Fest, Festa da Padroeira - Senhora Santana - 26 de julho, Expoiguatu (exposição agropecuária municipal), Fenercsul (Feira de Negócios da Região Centro-Sul), Semana do Município – janeiro, Iguatu Junino Escolar (realizado em Junho), Festival do Dia Mundial do Teatro - 27 de março, FEST JOVEM - Torneio de futebol, Comemoração do dia 7 de Setembro dia da Idependência do Brasil, Movimento LGBT (Semana da diversidade sexual e contra a homofobia), Expoleite (Feira do leite da região centro sul- UPECE), Festival de Violeiros do SESC, Marcha para Jesus, Dia da Bíblia (Dezembro) organizado pela APOEI.” (Transcrito do Wikipédia).


 


Filhos ilustres:


Maestro Eleazar de Carvalho

Eleazar de Carvalho, nasceu em Iguatu,  a 28 de junho de 1912 e faleceu em São Paulo, a 12 de setembro de 1996, foi um importante regente brasileiro. Seus pais eram Manuel Afonso de Carvalho e Dalila Mendonça.

Transferiu-se ainda jovem para o Rio de Janeiro, tocando tuba na Banda do Batalhão Naval. Teve sua primeira ópera, O Descobrimento do Brasil, estreada no Teatro Municipal do Rio de Janeiro em 1939, recebendo, no ano seguinte, o diploma de maestro. Foi para os EUA em 1946. Em 1963 tornou-se doutor em música pela Washington State University, nos Estados Unidos. Fez doutorado em Letras e Humanidades, pelo Hofstra College, em Hampstead.

Nos Estados Unidos, estudou regência com Sergey Koussevitzky, no Berkshire Music Center, em Massachusetts. Em 1947 dividiu com Leonard Bernstein a função de assistente do maestro Koussevitzky, a quem sucedeu após a morte, ficando no Berkshire até 1965. Foi diretor Musical da Saint Louis Symphony Orchestra. Estreou em 1950, na Europa, no Palais Beaux-Arts em Bruxelas.

Atuou longamente como Regente Titular na Orquestra Sinfônica Brasileira, no Rio de Janeiro. Foi Diretor Artístico e, Regente Principal da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre. Foi Diretor Artístico e Regente da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo . Fundador da cadeira número 32 da Academia Brasileira de Música. Foi Diretor Musical da Saint Louis Symphony Orchestra.

Teve relevante atuação pedagógica tanto nos Estados Unidos quanto no Brasil, onde seu nome é indissociável do Festival de Inverno de Campos do Jordão.

Em seu tempo de vida, Eleazar de Carvalho era conhecido por seu temperamento forte e pelo vigor de seu fazer musical, respeitado tanto no repertório tradicional quanto em dois campos que ele sempre se empenhou divulgar: a música contemporânea e a brasileira.

Eleazar foi casado com Jocy de Oliveira, também musicista, e era pai do economista Eleazar de Carvalho Filho. Seu segundo casamento foi com Sonia Muniz. O casal teve um filho, Sergei Eleazar de Carvalho, que recebeu este nome em homenagem ao maestro Koussevitzky.

Eleazar de Carvalho assumiu a coordenação musical do festival de inverno de Campos do Jordão em 1973 e continuou com ele até a sua morte, o festival acontece até hoje todo mês de julho e o maestro sempre é lembrado.” (Transcrito do Wikipédia)

Evaldo Gouveia


Evaldo Gouveia de Oliveira nasceu em Iguatu, a 8 de agosto de 1928, é músico compositor, cantor e violonista brasileiro. Aos seis anos, já cantava num sistema de alto-falantes na praça de sua cidade, Iguatu, no Ceará. Aos onze, mudou-se para Fortaleza para estudar. Nessa época, trabalhava como feirante e não dispensava o violão nas horas de folga.

Aos dezenove anos, passou a tocar violão num conjunto e acabou conseguindo um contrato numa rádio local. Em 1950, formou o Trio Nagô, com Mário Alves (seu alfaiate) e Epaminondas de Souza (colega de boêmia). Após representar o estado do Ceará no programa Cesar de Alencar, na Rádio Nacional, o grupo foi contratado pela Rádio Jornal do Brasil e posteriormente pelas boates Vogue (RJ) e Oásis (SP). Dois anos depois, iniciaram um programa semanal na Rádio Record (SP) que duraria pelos cinco anos seguintes.

Em 57, Evaldo compôs sua primeira canção, "Deixe que Ela Se Vá" (com Gilberto Ferraz), obtendo sucesso na voz de Nélson Gonçalves. No mesmo ano, fez "Eu e Deus", com Pedro Caetano, gravada por Nora Ney. A partir de julho de 1958, quando conheceu o também compositor Jair Amorim na UBC, sua carreira deslanchou.

Logo no primeiro dia de contato, compuseram "Conversa", gravada inicialmente por Alaíde Costa, em 1959. Essa seria a primeira de uma série de 150 composições da dupla nos dez anos que se seguiram, normalmente sambas-canções abolerados, cujo primeiro sucesso de vendas foi "Alguém Me Disse", lançada por Anísio Silva em 60. Em 1962, o Trio Nagô se desfez com a saída de Mário Alves, mas Evaldo prosseguiu compondo com Jair, sucessos como "Poema do Olhar" (gravado por Miltinho) e o bolero "E a Vida Continua" nas vozes de Morgana e Agnaldo Rayol.

No ano seguinte, 63, Altemar Dutra foi içado ao sucesso com a gravação de um bolero da dupla, "Tudo de Mim", passando a ser seu intérprete mais constante com sambas-canções/boleros tais como "Que Queres Tu de Mim", "Somos Iguais", "Sentimental Demais", "Brigas", "Serenata da Chuva" e as marchas-rancho "O Trovador" e "Bloco da Solidão". Moacyr Franco também vendeu muitos discos com o bolero "Ninguém Chora por Mim", em 62, assim como Cauby Peixoto no ano seguinte com "Ave Maria dos Namorados", lançada por Anísio Silva pouco antes.

Outros intérpretes da dupla foram Wilson Simonal, "Garota Moderna", 1965, Agnaldo Timóteo, "Quem Será", 1967, Jair Rodrigues, "O Conde", 1969, a escola de samba Portela, "O Mundo Melhor de Pixinguinha", 1973, Maysa, "Bloco da Solidão", 1974, Ângela Maria, "Tango para Teresa" 1975, Jamelão, "Certas Mulheres" 1977, Dalva de Oliveira "E a Vida Continua", além de Elymar Santos, Chitãozinho e Xororó, Gal Costa, Maria Bethânia, Zizi Possi, Emílio Santiago, Julio Iglesias, Cris Braun, Ana Carolina, Simone, Fafá de Belém, dentre muitas regravações.” (Transcrito do Wikipédia)

Humberto Teixeira


Humberto Cavalcanti Teixeira nasceu em Iguatu, a 5 de janeiro de 1915 e faleceu no Rio de Janeiro, a 3 de outubro de 1979. Foi um advogado, deputado federal e compositor brasileiro. É nacionalmente conhecido como parceiro de Luiz Gonzaga, o Rei do Baião. Um grande sucesso da dupla é a composição Asa Branca, lançada em 1947.

Foi advogado, político, instrumentista, poeta, compositor, fundador e Presidente da Academia Brasileira de Música Popular.

Durante a década de 1950 foi casado com Margarida Teixeira (a atriz "Margot Bittencourt" que dentre outros trabalhos apareceu no filme O Comprador de Fazendas), que depois se separaria dele para se casar com Luís Jatobá. Da união nasceu a futura atriz Denise Dumont, mãe de seus dois netos, um deles com o ator Cláudio Marzo e outra com o roteirista e diretor inglês Matthew Chapman. Em 2009, Denise Dumont produziu o documentário sobre a vida do pai, O homem que engarrafava nuvens.

Era filho de João Euclides Teixeira e Lucíola Cavalcante Teixeira. Desde cedo apresentava aptidões para a música; aos seis anos, aprendeu a tocar musette versão francesa da gaita de foles. Aprendeu também flauta e bandolim. O seu tio Lafaiete Teixeira, foi o responsável pelos seus primeiros ensinamentos musicais, era maestro e tocava vários instrumentos.

Aos 13 anos, depois de ter editado sua composição Miss Hermengarda, tocava flauta na orquestra que musicava os filmes mudos no Cine Majestic de Fortaleza. Aos 15 anos radicou-se no Rio de Janeiro onde, aos 18 anos, em 1934, foi premiado com Meu Pecadinho pela revista O Malho num concurso de música carnavalesca.

Em 1943, formou-se em Ciências Jurídicas e Sociais pela Faculdade Nacional de Direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Nesta época já tinha composto sambas, marchas, xotes, sambas-canções e toadas e tentava lançar o ritmo nordestino "balance" ou "balanceio" tocado pelo parceiro Lauro Maia (com quem compôs "Deus me perdoe" e "Vamos balancear"). Em 1944, tinha gravado a primeira música, em parceria com Lírio Panicalli, o samba apoteótico Sinfonia do Café, cantado por Deo.

Seu encontro com Luiz Gonzaga se deu em agosto de 1945. Em conversa animada surgiu a intenção de valorizar o ritmo nordestino, que já vinha sido introduzido no ambiente cultural carioca com o balancê. Assim, xote e principalmente o baião tinham prioridades. Surgiu o primeiro sucesso da dupla, denominado No Meu Pé de Serra. Em 1947, a dupla comporia o maior sucesso, "Asa Branca". A dupla tornou o Baião um sucesso nacional e internacional, bastante executado até meados da década de 1950.

Após o término da parceria com Luís Gonzaga, Humberto compôs Kalu, para a cantora Dalva de Oliveira e Adeus, Maria Fulô, com Sivuca, para Carmélia Alves.

No ano de 1954, Humberto Teixeira candidata-se a deputado federal, passando dois meses fazendo campanha no sertão cearense, ao lado de Luís Gonzaga. Estiveram em Iguatu para dar uma força ao candidato a prefeito, Dr. Meton Vieira, a quem presentearam com uma música para a campanha.

Humberto Teixeira elegeu-se deputado com cerca de 12 mil votos. Teve destaque na Câmara Federal, quando do seu empenho na defesa dos direitos autorais. Conseguiu aprovar a Lei Humberto Teixeira' que permitia maior divulgação da música brasileira no exterior, através de caravanas musicais financiadas pelo Governo Federal. Humberto Teixeira levou para o exterior Valdir Azevedo, Francisco Carlos, Dalton Vogeler, Leonel do Trombone, o guitarrista Poly, a cantora Marta Kelly, o acordeonista Orlando Silveira, o Conjunto Radamés Gnatalli, o maestro Quincas e seus Copacabanas, Vilma Valéria, Carmélia Alves, Jimmy Lester, Léo Peracchi, Sivuca e muitos outros.

As canções de Humberto Teixeira foram interpretadas principalmente por Luís Gonzaga, mas outros cantores de expressão nacional também tiveram este privilégio; foram eles: Dalva de Oliveira, Carmélia Alves, Geraldo Vandré, Gilberto Gil, Fagner, Caetano Veloso, Gal Costa, Elba Ramalho, etc.

Eleito por três anos consecutivos o melhor compositor do Brasil, de Humberto Teixeira se disse: O Doutor do Baião, quebrando rotinas e cânones, imprimiu novos rumos à seresta nacional. Com o baião, fincou-se um novo marco na evolução da música popular brasileira.” (Transcrito do Wikipédia)

Iguatu é uma das mais importantes e progressists cidades do Ceará. Tem locais importantes a serem visitados, uma rede hoteleira simples, mas confortável, e preços acessíveis no mercado de artesanato e lazer.

Festejos e festas o ano inteiro. Teatro e um leque extenso de atrações culturais que, diariamente atraem mais pessoas. Não é à toa que em Iguatu nasceram nomes que viraram ídolos no País e no exterior, como o Maestro Eleazar de Carvalho e os compositores Evaldo Gouveia e Humberto Teixeira.

Outra atração imperdível em Iguatu é a culinária, algo típico da comida nordestina, renovada a cada ano sem perder as tradições, mas sempre atendendo aos mais exigentes visitantes.

A buchada de Iguatu

“A "buchada" de tilápia conquistou a preferência de consumidores na região do Cariri e em Fortaleza. Produzida inicialmente por um projeto comunitário de criação e beneficiamento do pescado, no Sítio Jurema, nas margens do Açude Orós, na região Centro-Sul, as vendas são crescentes e garantem renda para as 25 famílias associadas, que também fazem bolinha de peixe, filé, linguiça, risole e "fishburguer".

O exemplo do pioneirismo vem se espalhando para outras comunidades rurais que também passaram a criar tilápias em gaiolas e fazer o processamento do pescado para agregar valor ao produto final.

Inspiração - A tradicional buchada de bode, prato típico da culinária nordestina, inspirou as produtoras rurais do Sítio Jurema a criarem um produto semelhante. A nova "buchada" é recheada de filé de tilápia picado, temperado com cheiro verde, alho, pimentão, cebola e pimenta, envolta na pele do peixe, que é costurada e fica na forma de um saco ou bucho. É um prato ideal para ser servido cozido, em tempero caseiro, entretanto, pode receber molhos, segundo a criatividade do cozinheiro.

No Sítio Jurema, Marineide Venâncio costura com paciência a pele da tilápia para colocar o recheio da "buchada", que vem tendo boa aceitação em Fortaleza e na região do Cariri. "Se tivéssemos 500 quilos por semana, venderíamos tudo", disse. "Nunca imaginava que um dia iria fazer ´buchada´ de peixe, mas dá certo e é gostoso". Atualmente são produzidos 300 quilos da "buchada".

Aceitação - Os consumidores confirmam que o produto é bom como tira-gosto ou mesmo como entrada para um prato principal de pescado. "Quem gosta de peixe vai adorar a ´buchada´ que é feita com recheio de filé", garante o funcionário público, Carlos Ribeiro, que incluiu o alimento em seu cardápio semanal. "Faz bem à saúde".

As atividades no Sítio Jurema não cessam. No geral, são 75 pessoas trabalhando na criação de tilápia em 1.125 tanques-redes e na unidade de processamento do pescado que ocupa parte da escola da comunidade. A produção semanal há dois anos era de dois mil quilos de pescado. Hoje, saltou para 10 toneladas. A renda mensal dos produtores que era de R$ 300,00, dobrou e a perspectiva é de crescimento.

Os produtos mais vendidos são filé, linguiça e a buchada de tilápia. O grupo de 25 produtores trabalha com o objetivo de obter financiamento para aquisição de equipamentos que possibilitem ampliar a produção da unidade de processamento de pescado. "O nosso objetivo é equipar melhor a unidade e obter um prédio próprio com melhor estrutura", disse Aurilene.

A associação recebeu uma proposta de uma empresa de Fortaleza para comprar mil quilos de buchada de tilápia por semana. "Vamos ter de adquirir máquinas para costurar a pele e processar o produto porque da forma manual como fazemos hoje não dá mais para atender a demanda que é crescente", explica Aurilene Cândido.”
(Fonte: site Miseria).



Como chegar a Iguatu:

Apesar de progressista, Iguatu ainda não tem estrutura de aeroporto capaz de receber aviões de grande porte. As viagens aéreas são feitas até Fortaleza, capital cearense, e o translado para Iguatu é feito por via rodoviária, numa distância exata de 367 km – numa viagem que dura cerca de 5.30 hs.










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