Geraldo Magela/Agência Senado
O senador Raimundo Lira (PMDB-PB), que presidiu a
Comissão Especial do Impeachment no Senado, alegou que a Câmara não tem mais
gerência sobre o processo de impeachment e que a decisão do deputado Waldir
Maranhão (PP-MA) de anular as sessões do impeachment na Câmara não altera o trâmite
do processo no Congresso Nacional.
“No momento em que a Câmara protocolou a denúncia
no Senado, a Câmara perdeu qualquer ingerência sobre o processo”, disse Lira.
Para ele, a decisão de Maranhão foi “política e equivocada”.
A oposição já informou que vai entrar com um mandado
de segurança no STF para cancelar a decisão
do presidente da Casa em exercício. Democratas, Solidariedade e PSDB são os partidos
que estão encabeçando os pedidos à Suprema Côrte.
O Supremo Tribunal Federal e o presidente e do
Senado, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), vão decidir se acatam ou não o ato do presidente interino da
Câmara, Waldir Maranhão, que anulou, na manhã desta segunda-feira, a sessão do
dia 17 de abril que abriu o processo de impedimento da presidente Dilma
Rousseff.
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