Tiro ao Álvaro
De tanto levar
"frexada" do teu olhar
Meu peito até
Parece sabe o que?
"talbua" de tiro ao "álvaro"
Não tem mais onde furar (2x)
Teu olhar mata mais
Do que bala de carabina
Que veneno estriquinina
Que pexeira de baiano
Teu olhar mata mais
Que atropelamento
De automóver
Mata mais
Que bala de revorver.
De tanto levar
"frexada" do teu olhar
Meu peito até
Parece sabe o que?
"talbua" de tiro ao "álvaro"
Não tem mais onde furar (2x)
Teu olhar mata mais
Do que bala de carabina
Que veneno estriquinina
Que pexeira de baiano
Teu olhar mata mais
Que atropelamento
De automóvel mata mais
Que bala de revorver.
"frexada" do teu olhar
Meu peito até
Parece sabe o que?
"talbua" de tiro ao "álvaro"
Não tem mais onde furar (2x)
Teu olhar mata mais
Do que bala de carabina
Que veneno estriquinina
Que pexeira de baiano
Teu olhar mata mais
Que atropelamento
De automóver
Mata mais
Que bala de revorver.
De tanto levar
"frexada" do teu olhar
Meu peito até
Parece sabe o que?
"talbua" de tiro ao "álvaro"
Não tem mais onde furar (2x)
Teu olhar mata mais
Do que bala de carabina
Que veneno estriquinina
Que pexeira de baiano
Teu olhar mata mais
Que atropelamento
De automóvel mata mais
Que bala de revorver.
Alguém poderia me
ajudar a encontrar uma definição mais adequada para este País?
Chamar isso que está
posto, de crise, é corroborar com o Febeapá do Sérgio Porto. Isso
é mais que uma esculhambação.
O que nos envergonha mais, é a salada que está sendo
feita com a política e as instituições que não tem qualquer relação com o que
está aí. Virou uma barafunda.
É tiro pra tudo que é lado que aponta quem segura a
metralhadora. Essa esculhambação até está dando a impressão que não existe mais
violência urbana, que a educação está uma maravilha, que as estradas
brasileiras viraram tapetes de uma hora para a outra.
Ontem, terça-feira, um atirador perdeu o mandato. Na
noite anterior, isto é, segunda-feira, o presidente interino da Câmara Federal
deve ter feito uso de coisas liberadas no Uruguai e, demonstrando que não
conhece o Regimento Interno da “Casa” onde aparentemente frequenta – tal qual o
filho, que recebia proventos de uma instituição estadual no seu estado de
origem e não comparecia ao trabalho e sequer era conhecido por quem o nomeou
para o próprio gabinete – e acintosamente, tentou anular uma decisão plenária
com atitude monocrática. É ou não, uma esculhambação?
Mas, hoje é o dia “D” para a Senhora Presidente – tudo
indica que desaparecerá a obrigação espalhafatosa de alguns servis continuarem
escrevendo “Presidenta”.
Adeus querida!
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