segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Com mais da metade da Série A, nova liga tem plano de organizar Brasileiro



Segundo presidente Gilvan Tavares, ideia é agregar mais clubes em nome da modernidade.

A criação da Liga Sul-Minas-Rio não é um fim em si mesmo. A união dos clubes já é com um pensamento no futuro, para que a organização seja também de uma competição nacional, tirando o Brasileirão das mãos da CBF.

- Acho que é um passo gigantesco, evidentemente que temos a pretensão e os outros clubes estão pensando dessa forma. É assim no mundo aí fora, onde o futebol deu certo. Temos que copiar o que deu certo. Por que viver de forma atrasada? O futebol brasileiro está muito atrasado - avisou Gilvan Tavares, presidente provisório da nova liga, que ainda completou:

- Nossa administração, campeonatos e torneios não se aproxima nem de longe ao que é feito lá. Arrecadamos infinitamente menos porque não temos essa organização. Por agora, com os 10 clubes, isso vai alertar os demais sobre a necessidade de dar o passo rumo à modernidade.

O dirigente do Cruzeiro acrescentou que não vê motivo para oposição da CBF e das Federações estaduais ao campeonato regional.

- A razão de ser das Federações e da CBF são os clubes. Se não trabalharem pelos clubes, para que vamos precisar deles? É uma coisa moderna, que vem em benefício dos clubes - finalizou.

Treze clubes são os fundadores da Sul-Minas-Rio: Flamengo, Fluminense, Internacional, Grêmio, Atlético-MG, Cruzeiro, Atlético-PR, Coritiba, Avaí, Figueirense, Chapecoense, Joinville e Criciúma. Destes, só o Criciúma não está na Série A-2015.



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