Josilda Bogéa
Não somos espíritas e o nosso único envolvimento com a
Religião é a prática sem tanta assiduidade, do catolicismo. Não estudamos
Religião com profundidade e tivemos apenas uma iniciação, quando a Religião
fazia parte da grade curricular nas escolas. Coisas de antigamente, mudadas
pelo modernismo hipócrita de hoje.
Mas, claro, acreditamos que há um ser maior que nos
colocou aqui na Terra, que nos mantém aqui e que nos determinou uma missão.
Quando a cumprimos, nos tira daqui e nos envia, provavelmente, para outro
plano.
E, sempre houve e haverá aquelas criaturas que recebem
missões diferenciadas de Deus. Essas criaturas, às vezes, convivem conosco por
dias, por anos e, provavelmente por séculos, sem que tenhamos o direito de
sentir isso.
Esse, com certeza, foi o caso de Josilda. Uma criatura
que Deus colocou entre nós, com a missão de sempre nos fazer o bem. E foi o que sempre fez. Por nós e por São
Luís.
Josilda Bogéa, depois Josilda Bogéa Anchieta veio ao
mundo no dia 13 de julho de 1959, em São Luís, via Hilda Marques Bogéa e José
Ribamar Bogéa. Aqui viveu e cumpriu sua
missão divina, retornando para o lado do “Pai” no dia 10 de janeiro de 2011, na
capital de São Paulo, mais precisamente no Hospital A. C. Camargo onde viveu
alguns dias internada procurando tratamento para um grave problema de saúde.
Infelizmente não conseguiu, mas deixou entre nós um legado impagável.
Casada com o médico Veterinário Sebastião Cardoso
Anchieta Filho, Josilda trouxe ao mundo o hoje médico André Bogéa Anchieta e
Raiana Bogéa Anchieta, seus filhos.
Mulher
inteligente, culta, leitora dos grandes clássicos da literatura universal,
Josilda fundou o suplemento cultural & literário JP Guesa Errante, do qual
era Coordenadora, e que editava na companhia do professor Alberico Carneiro. O
Guesa Errante foi concebido por Josilda para promover a cultura maranhense e
incentivar os jovens talentos, especialmente na área da poesia, literatura e
artes em geral. Josilda
era diretora administrativa e financeira do Jornal Pequeno.
Mãe de muitos filhos – Independentemente da vida social que
desfrutava ao lado do marido e dos dois filhos, e da sua reconhecida dedicação
à cultura maranhense, Josilda “cuidava com denodo e carinho” de mais de 50
filhos – que era assim que ela considerava os funcionários do Jornal Pequeno.
Capaz de qualquer sacrifício por qualquer funcionário do veículo que ajudou a
construir, a atenção e a proteção que dava ao ser humano fez dela uma
verdadeira mãe de mais de 50 pessoas. Está descansando ao lado dos dois Pais.
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