O IBGE alega
falta de dinheiro para suspender a contagem populacional de 2016, ainda que o
orçamento do instituto só tenha crescido desde 2004. O IBGE está no pódio dos
maiores gastadores dos cartões corporativos. Torrou, só em 2015, quase R$ 900
mil. O gasto é maior que 22 dos 23 ministérios registrados no Portal da
Transparência, ficando atrás apenas do Ministério da Justiça.
No ano
passado, José Ademar Araújo, funcionário do IBGE, pagou com cartão corporativo
conta de R$ 83,51 no motel Oasis, em Macaíba (RN)
Não é a
primeira polêmica com os dados do IBGE. Em 2014, perto das eleições, cancelou
pesquisa que indicava aumento do desemprego.
Em 2014, o
instituto recebeu verbas bilionárias. A dinheirama ultrapassou a cifra de R$
1,9 bilhão.
Fonte:
Diário do Poder
Por Instituto Maria Preta
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