Diego Garcia, de São Paulo, e Thiago Arantes, de
Barcelona (ESP)
O Barcelona não quer vender Neymar. Nem por muito
dinheiro. Nem pelo maior valor da história do futebol - 190 milhões de euros,
ou quase R$ 800 milhões, oferecidos pelo Manchester United.
O caminhão de dinheiro não mudará os planos da
diretoria do clube catalão por uma série de motivos. O maior deles: Neymar faz
parte dos planos de longo prazo da equipe.
O valor oferecido pelos ingleses é igual ao da
multa rescisória do atual contrato, que vai até 2018. Só que a renovação do
acordo é a prioridade do orçamento do clube nesta temporada; o novo contrato
revisará os valores salariais, deve durar até 2020 e terá uma multa ainda
maior: cerca de 250 milhões de euros, mesmo valor da multa de Messi.
Em contato com o ESPN.com.br, um diretor do
clube catalão afirmou que não há qualquer hipótese de Neymar ser vendido antes
do fim de seu contrato. Pessoas próximas ao jogador também negam qualquer
intenção dele de deixar a cidade.
O brasileiro, a princípio, não deseja sair tão cedo
do time da Catalunha, pois está feliz na cidade, tem os amigos sempre por perto
e se adaptou à região. Mas as conversas para atualização de seu contrato com o
Barça, iniciadas no primeiro semestre do ano, estacionaram há algumas semanas.
O camisa 11 deseja renovar o vínculo e receber uma valorização.
Neymar chegou a Barcelona em junho de 2013 e desde
então tem se mostrado cada vez mais integrado ao clube e à cidade.
O idioma - no início uma barreira grande na
comunicação - deixou de ser um problema; a amizade com Messi e Luis Suárez se
fortaleceu com títulos na temporada passada; ele já é ídolo da torcida - apenas
Messi tem o nome mais gritado no Camp Nou. Por tantos motivo, uma mudança de
áreas agora não está nos planos do jogador.
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