A
beleza visual mostrada de qualquer ângulo
Muito já se falou aqui, e em outras páginas sobre a
mulher. Mulher é isso, mulher é aquilo – e diga-se, as mulheres merecem. Seja
ela qual for.
Muitas vezes é o homem quem empresta sua força física
na produção da célula familiar, contribuindo de forma incontestável para o
sustento material e/ou financeiro. Mas, reconheçamos, é na mulher que está o
pilar mais forte e mais humano quando se pretende erigir a entidade familiar.
O mundo moderno tenta encontrar um caminho nos destinos
da raça humana que, de forma contestável, põe em xeque a importância da mulher
no contexto social. O “casamento” entre dois seres que nasceram masculinos, por
exemplo. Mas, esse não é o assunto que pretendemos enfocar.
Mulher é aquele ser humano que não para. Está sempre
procurando evoluir, melhorar, construir alguma coisa de que possa, um dia, se
orgulhar. Mas, sejamos sinceros, existem também “algumas” (que, felizmente são
minoria) que não encontram mais forças e competência para sair da decrepitude.
É incrível o que uma mulher faz para agradar. Primeiro, a si própria diante dos (das)
outros (as), ao seu par. Mas, o mundo só continua sendo mundo e o que é, porque
a mulher está sempre procurando a fortaleza familiar. Isso é incontestável.
No Brasil, nas décadas que já estão distante, mulheres
marcaram seus nomes nas conquistas que algumas usufruem nos dias de hoje. Uma
dessas mulheres foi Leila Diniz. Outra, Norma Benguel, sem esquecer a francesa
Brigitte Bardot. Alguém consegue esquecer cenas memoráveis do filme “La belle
de Jour” com a interpretação marcante de Catherine Deneuve? Pois não pensem que
foi fácil fazer aquele filme.
Calçar sapatos de saltos altos. É, afirmam algumas
mulheres, um martírio. Mas, ao longo dos dias e nas noites de festas, as
mulheres mais elegantes estão em verdadeiras plataformas que, nunca se sabe,
consegue suportar seus próprios pesos. E, nessas festas, mulheres atuais
mostram fendas laterais e frontais.
Muitas mulheres mostram essas fendas porque têm beleza
para mostrar. E, fenda que se preza não mostra sutiã. E, para mostrar a fenda
sem sutiã, a mulher tem que “estar em dia” e com tudo em pé no que a natureza
reserva de muito bonito – os seios.
O que é que uma mulher acha mais bonito em si?
São os seios, a bunda, as coxas ou o quê?
Pois, minha falecida Avó, que nunca mostrou a bunda pra
ninguém (nem pro marido – diferente de algumas que, hoje, cantando, mostram
mais a bunda que a voz), e só mostrou os seios para amamentar as duas filhas
que pariu, sempre quis explicar aos netos que, “muié que veve amostrando os
peitos, acaba escondendo o que tem de mais bonito – a inteligença”!
Com relação a isso, ainda existem as mulheres pudicas,
ou, não tão modernas quanto outras. É comum a mulher usar uma roupa muito
decotada, sugerindo que pouco importa o que eventualmente aparecer, mas que, ao
se agachar por alguma necessidade, põe a mão no tal decote para que os seios (e
pouco interessa o estado em que eles estejam) não apareçam. Dá para entender?
Nos últimos anos, algumas diferentes interpretações que
tentam se justificar atribuindo às questões estéticas, mulheres têm recorrido à
aplicações de produtos químicos em defesa de uma beleza irreal e, nunca lhes
pertenceu.
Existem situações engraçadas nesse enfoque de “seios”.
Que percentual de valorização (ou seria melhor, “excitação”?) tem os seios
femininos numa relação sexual normal, entre um homem e uma mulher?
E, que importância tem num coito, se os seios femininos
são pequenos, flácidos, grandes – independentes de aplicação de silicone ou não
– rijos, bonitos ou feios? O que isso tem com a ereção masculina?
Claro que se sabe que os seios funcionam de forma
excitante – mas muito mais para a mulher – quando acariciados de forma....
delicada, digamos!
Mas, também sabemos que os seios não formam apenas uma
parte excitante do corpo feminino. Tem uma função biológica imensurável e
alterações do corpo feminino – regulação hormonal, gravidez, tpm e amamentação
– que provocam dores ou prazeres, der acordo com cada momento. O prazer
consciente da amamentação é completamente diferente do “prazer” da excitação
sexual.
E, finalmente, com todos os benefícios das funções
biológicas e os prazeres da prática sexual através das lancinantes carícias –
os seios têm provocado alegrias e dissabores a tantas mulheres na sua missão de
fazer parte da vida.
Cresce a cada dia o número de mulheres acometidas de
doenças fatais, por caracteres genéticos e hereditários, por disfunções
hormonais ou até mesmo pela incessante procura de mudar características
impostas pela natureza.
Afinal, para que servem mesmo os seios de uma mulher?
Será que cada um de nós tem opinião diferente?
O aleitamento materno prejudica ou beneficia a mulher e
o seu conjunto corpóreo?
O que é mais “útil” – como um todo – à mulher: os seios
ou a inteligência e o caráter?
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