Jefferson, goleiro do Botafogo.
Três dos quatro
meio-campistas são argentinos: Bolatti, Alan Ruiz e Conca. A exceção é o
limitado Ricardo Conceição
Depois de uma rodada movimentada no meio de semana, com bons jogos, a
11ª rodada do Campeonato Brasileiro, realizada neste final de semana,
não teve grandes atrativos. Pelo menos do ponto de vista técnico. Os destaques
foram as vitórias de Cruzeiro, Internacional, Chapecoense e Atlético-PR.
Após bater o Palmeiras, por 2 a 1, em
uma partida emocionante, a Raposa abriu cinco pontos de distância para o vice
Corinthians. O Inter atropelou o Flamengo, por 4 a 0, e afundou os cariocas na
lanterna. A Chape calou mais de 40 mil no Morumbi, enquanto o Furacão superou o
Criciúma e entrou no G4.
Sem um grande destaque individual nesta rodada, a Seleção FI da 11ª rodada do Brasileirão vem no tradicionalíssimo 4-4-2, com dois volantes e dois meias, e no ataque dois jovens valores. Curiosamente, três dos quatro meio-campistas são argentinos: Bolatti, Alan Ruiz e Conca. Isso sem contar D'Alessandro, que se destacou no Inter, mas ficou fora Será um sinal da crise técnica vivida pelo Brasil no setor.
Sem um grande destaque individual nesta rodada, a Seleção FI da 11ª rodada do Brasileirão vem no tradicionalíssimo 4-4-2, com dois volantes e dois meias, e no ataque dois jovens valores. Curiosamente, três dos quatro meio-campistas são argentinos: Bolatti, Alan Ruiz e Conca. Isso sem contar D'Alessandro, que se destacou no Inter, mas ficou fora Será um sinal da crise técnica vivida pelo Brasil no setor.
Goleiro: Jefferson (Botafogo) - Jefferson
ficou praticamente um mês sem jogar já que foi reserva do Brasil na Copa do
Mundo. Entretanto, parece não ter sentido a falta de ritmo e fez três boas
defesas na partida contra o Coritiba, garantindo a vitória do Botafogo por 1 a
0.
Lateral-direito: Ayrton (Vitória) - A
rodada não foi muito boa para os laterais-direito. Quase nenhum conseguiu se
destacar na posição. O principal nome acabou sendo Ayrton, do Vitória. Ele se
garantiu na defesa, onde foi seguro, e no ataque foi uma das principais armas
do Leão.
Zagueiro: Henrique (Fluminense) - Em
seu segundo jogo pelo Fluminense, o zagueiro Henrique deu amostras de que pode
se firmar como titular do Tricolor. Quando seu time vencia por 1 a 0 e era
pressionado pelo Santos que estava em busca do empate, o defensor salvou uma
bola em cima da linha depois de cabeçada de Jorge Eduardo.
Zagueiro: Titi (Bahia) - Entra ano e sai ano e lá está o zagueirão comandando a defesa do Bahia.
Contra o Atlético-MG surpreendeu os defensores do Galo ao subir de cabeça,
ainda no primeiro tempo, e abrir o placar em plena Arena Independência. Na
defesa fez o que pode para segurar o ataque mineiro, que conseguiu marcar só
nos 20 minutos do segundo tempo.
Lateral-esquerdo: Fabrício (Internacional) - Com a cabeça erguida e muita personalidade deu conta do recado pelo lado esquerdo do Colorado. Marcou bem, apesar das limitações do ataque flamenguista, mas soube aproveitar bem as descidas ao ataque. Tanto que marcou um golaço, pegando no alto, de primeira, um cruzamento que saiu do outro lado dos pés do talentoso D’Alessandro.
Volante: Bolatti (Botafogo) - Finalmente Bolatti parece ter encontrado seu melhor futebol. Além de ajudar na marcação e não dar espaço para Alex, cérebro do Coritiba, o volante ainda marcou o gol que garantiu o triunfo Alvinegro.
Lateral-esquerdo: Fabrício (Internacional) - Com a cabeça erguida e muita personalidade deu conta do recado pelo lado esquerdo do Colorado. Marcou bem, apesar das limitações do ataque flamenguista, mas soube aproveitar bem as descidas ao ataque. Tanto que marcou um golaço, pegando no alto, de primeira, um cruzamento que saiu do outro lado dos pés do talentoso D’Alessandro.
Volante: Bolatti (Botafogo) - Finalmente Bolatti parece ter encontrado seu melhor futebol. Além de ajudar na marcação e não dar espaço para Alex, cérebro do Coritiba, o volante ainda marcou o gol que garantiu o triunfo Alvinegro.
Volante: Ricardo Conceição (Chapecoense) - O ex-volante da Ponte Preta foi um dos grandes responsáveis pela zebra
no Morumbi. Além de ser incansável na marcação, ele apresentou características
pouco comuns nos tempos de Macaca. Procurou auxiliar na saída de bola e ainda
aproveitou o corredor no meio para aparecer no melhor estilo Paulinho. Tanto
que marcou o gol da vitória.
Meia: Conca (Fluminense) - No truncado jogo entre Fluminense e Santos, brilhou a estrela do
argentino Conca. Muito bem marcado na primeira etapa, o meia do Tricolor
acertou um lindo chute de fora da área no segundo tempo para garantir a vitória
e a volta do time carioca ao G4 do Campeonato Brasileiro.
Meia: Alan Ruiz (Grêmio) - Foi o
melhor em campo na sofrida vitória do Grêmio sobre o Figueirense. Coordenou as
principais jogadas ofensivas tricolores. Seja finalizando, seja dando passe
para os companheiros. Foi dele a assistência que resultado no gol do meia
Giuliano.
Atacante: Marquinhos (Cruzeiro) - Um dos principais reforços do Cruzeiro para o restante do Brasileirão, o jogador mostrou porque logo se tornou titular no time celeste. Deu duas assistências, uma delas em grande jogada individual, a qual deixou dois defensores do Palmeiras na saudade.
Atacante: Marquinhos (Cruzeiro) - Um dos principais reforços do Cruzeiro para o restante do Brasileirão, o jogador mostrou porque logo se tornou titular no time celeste. Deu duas assistências, uma delas em grande jogada individual, a qual deixou dois defensores do Palmeiras na saudade.
Atacante: Douglas Coutinho
(Atlético-PR) - O jogador de apenas 20 anos começou
a partida de forma discreta. Tanto que contribuiu muito pouco no primeiro
tempo. O intervalo, porém, parece ter feito bem à promessa. Ele voltou voando
dos vestiários e foi decisivo. Deu um lindo cruzamento para o gol de Marcelo e
depois deixou sua marca.
Técnico: Celso Rodrigues (Chapecoense) - Ele sequer pode se considerar um técnico de Brasileirão. Afinal, oficialmente a Chapecoense ainda não o oficializou como treinador. Mas se depender do desempenho contra o São Paulo, ele já está efetivado. Rodrigues montou um ferrolho para segurar o toque de bola do Sampa e a tática deu certo. A muralha intransponível resultou na maior zebra da rodada. Até o goleiro Rogério Ceni elogiou o trabalho do comandante alviverde.
Técnico: Celso Rodrigues (Chapecoense) - Ele sequer pode se considerar um técnico de Brasileirão. Afinal, oficialmente a Chapecoense ainda não o oficializou como treinador. Mas se depender do desempenho contra o São Paulo, ele já está efetivado. Rodrigues montou um ferrolho para segurar o toque de bola do Sampa e a tática deu certo. A muralha intransponível resultou na maior zebra da rodada. Até o goleiro Rogério Ceni elogiou o trabalho do comandante alviverde.
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