Dionísio com camisa do Fluminense/RJ.
O atacante brilhou com as camisas dos rivais do Rio de Janeiro
Rio de Janeiro, RJ, 24 (AFI) – Os torcedores mais antigos do Flamengo
e Fluminense estão tristes. Morreu nesta quarta-feira, o ex-atacante Dionísio,
que fez sucesso nos anos 1960/70 no Flamengo e Fluminense, tendo sido campeão
carioca pelos dois clubes. Dionísio estava com 67 anos, teve um ataque do
coração e morreu em seu apartamento no Rio de Janeiro.
Batizado Carlos Dionísio de Brito, o
ex-atacante chegou ao Flamengo em 1966 com apenas 18 anos após ter feito um
amistoso em Corumbá-MS, sua terra natal e que encantou o treinador argentino
Armando Renganeschi (também falecido) que na ocasião era o comandante do time
carioca.
Com uma cabeça certeira que parecia um coice, ganhou o apelido de “Bode
Atômico”.
Dionísio fez sucesso no Flamengo mas muitas contusões atrapalharam sua
carreira. Ainda assim rodou o Brasil e vestiu as camisas de Bahia-BA,
Fluminense-RJ, Sampaio Correa-MA, Grêmio-RS, Coritiba-PR, Americano de
Campos-RJ e encerrou a carreira disputando a Segunda Divisão de São Paulo pela
Internacional de Limeira onde fez poucos jogos.
Volta por cima no Fluminense em 1973 - Completamente desacreditado no Flamengo, pois estava um ano e meio
completamente parado em razão de um grave contusão no joelho e no menisco,
Dionísio chegou ao Fluminense em 1973 pelas mãos do treinador Zagallo e logo
conquistou o título de campeão carioca em um time que a base era de Félix;
Oliveira, Assis, Silveira e Marco Antônio; Denílson e Gerson; Cafuringa, Ivair,
Dionísio e Lula.
Além do título carioca de 1973 pelo Fluminense, Dionísio conquistou
títulos estaduais pelo Flamengo e Coritiba.
Formado em Educação Física, após encerrar a carreira, Dionísio continuou
trabalhando como preparador físico seu último time foi o Flamengo, onde esteve
por vários anos nas categorias de base do clube.
Dionísio era casado e deixou dois filhos e três netos, todos morando no
Rio de Janeiro.
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