Quadricolor maranhense completa 82 anos.
Fundado no dia 24 de setembro de 1932, o Maranhão
Atlético Clube completa na próxima quarta-feira, 82 anos. Definitivamente alheio
às políticas partidárias – uma das suas principais bandeiras – e pavimentando
seu caminho de conquistas às custas dos esforços pessoais e abnegação dos
dirigentes que por lá passaram, o Demolidor de Cartazes tem sim, muito o que
comemorar.
Por conta da administração equivocada, incompetente e
amadora da Federação Maranhense de Futebol – que deveria blindar os três
principais clubes: Maranhão, Moto e Sampaio Corrêa – o clube atleticano amarga
um descenso para a Segunda Divisão de um futebol onde a Primeira Divisão já não
é lá essas coisas todas.
Pior ainda: os dirigentes amadores da mentora precisam
entender o prejuízo que causaram ao Maranhão Atlético Clube e ao Moto Club de
São Luís. São perdas irrecuperáveis, uma mancha na história de cada um, em detrimento
de clubes sazonais capitaneados por política interesseira. Faltou blindar e
apresentar um Regulamento que, de nenhuma forma possa prejudicar a quem tantas
glórias conquistou para o futebol estadual.
Quantas vezes já se viu ABC ou América/RN; Bahia ou
Vitória; Ceará ou Fortaleza; Internacional ou Grêmio; Santa Cruz, Sport Recife
ou Náutico; Cruzeiro ou Atlético Mineiro serem rebaixados nas suas competições
estaduais?
Será que a FMF tem noção dos prejuízos financeiros que
causou ao Sampaio Corrêa e ao próprio MAC com o descenso do Moto Club?
Glórias,
só glórias - Comandando a gloriosa história
atleticana a primeira diretoria do MAC foi eleita com os seguintes componentes:
Presidente: Benedito Cipriano
Ferreira; Presidente de Honra: Otávio Zenóbio da Costa; Vice-Presidente: Manoel
Maia Ramos Sobrinho; 1º Secretário: Antônio Silva Diniz Segundo; 2º Secretário:
Arlie Tavares; Tesoureiro: João Carvalho; Diretor de Esporte: Raimundo Rocha.
Conquistas memoráveis colorem
com as quatro cores do clube (e da bandeira do Estado) para orgulho da torcida
formada por apaixonados e, às vezes, também abnegados componentes, que se
orgulham e regozijam pela retidão das ações der qum por lá um dia foi
dirigente.
O mais importante título da
história atletica é, segundo registros, o tricampeonato estadual de 1993, 1994
e 1995. Da mesma forma, faz parte da história gloriosa do Bode Gregório, a
passagem de jogadores importantes como Croinha, Hamilton e Jackson, entre
outros de igual importância. Jackson, por sinal, iniciou e concluiu a gloriosa
carreira profissional defendendo as cores do Maranhão Atlético Clube. Foi um
dos poucos jogadores a ser convocado para a seleção brasileira profissional,
atuando num Estado nordestino (era jogador do Sport Club Recife, quando foi
convocado pelo então treinador Wanderley Luxemburgo).
Atual Diretoria: Presidente:
Carlos Moreira; Presidente de Honra: João Vicente; Conselheiro: Carlos Mendes; Diretor
de Futebol: Carlos Eduardo Dias; 1º Secretário: França Dias; 2º Secretário: Antônio
Carlos Sabiá; Tesoureiro: Robson Vasconcelos.
Nesses 82 anos honrando o
futebol maranhense, pode-se relacionar as mais importantes conquistas do
futebol maqueano:
Títulos
estaduais: 1937, 1939, 1941, 1943, 1951, 1963, 1969, 1970, 1979, 1993, 1994,
1995, 1999, 2007 e 2013. Taça Cidade de São Luís: 1965, 1969, 1970, 1971, 1975,
1979, 1989, 2006.
Outras modalidades – Está enganado
quem pensa que o Maranhão Atlético Clube tem apenas o futebol para praticar e
formar ídolos e atletas. A parceria vitoriosa com a Nina, enche de orgulho a
Natação maranhense. Vestindo essa honrosa camisa, Frederico Veloso de Castro,
Felipe Cunha, Carlos Garcês e tantos outros já foram convocados para a seleção
nacional.
Também
enchem de orgulho a história atleticana, o Futsal, o Voleibol (masculino e
feminino), o Ciclismo e até o Atletismo.
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